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Wall Street, tranquilizada sobre Síria, termina em forte alta

Wall Street teve forte alta nesta quinta (12), beneficiada pelo apaziguamento das ameaças de bombardeio americano na Síria, aliada de Moscou

Kevin Fonseca
Kevin Fonseca
Publicado em 12/04/2018 às 20:06
Foto: Fotos Públicas/ Civil Defense Idlib
Wall Street teve forte alta nesta quinta (12), beneficiada pelo apaziguamento das ameaças de bombardeio americano na Síria, aliada de Moscou - FOTO: Foto: Fotos Públicas/ Civil Defense Idlib
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Wall Street teve forte alta nesta quinta-feira (12), beneficiada pelo apaziguamento das ameaças de bombardeio americano na Síria, aliada de Moscou, e pela possível inclinação do presidente americano a voltar ao acordo de livre-comércio transpacífico.

O índice industrial Dow Jones subiu 1,21%, a 24.483,05 unidades, e o tecnológico Nasdaq teve alta de 1,01%, a 7.140,25. O S&P 500 avançou 0,8%, a 2,663.99 unidades.

"Estados Unidos parece querer fortalecer sua presença na Ásia, o que o mercado interpretou positivamente", destacou Quincy Krosby, da Prudential.

Já "Trump atenuou sua posição sobre a Síria. Principalmente, parece bastante evidente que trabalha junto com seus aliados e não empreenderá uma ação sozinha", observou Krosby. 

Ameaças Geopolíticas

Além disso, "as ameaças geopolíticas e comerciais afetam menos o mercado, que agora está de olho nos resultados de empresas, que poderiam chegar a seu ponto mais alto em 10 anos", avaliou Adam Sarhan, da 50 Park Investment. 

O mercado de títulos se tensionou: o rendimento dos bônus do Tesouro a 10 anos subia a 2,832%, contra 2,781% na noite de quarta-feira, e o dos títulos a 30 anos a 3,042%, contra 2,995%.

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