INDÚSTRIA

Argentina diz que trabalhará contra concorrência desleal

Também foram enumeradas uma série de dificuldades para produtos argentinos entrarem no Brasil

Isabela Lemos
Isabela Lemos
Publicado em 12/05/2011 às 10:10
Kurt Klagsbrunn/Divulgação
FOTO: Kurt Klagsbrunn/Divulgação
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A ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, reafirmou na quarta (11) que o governo da presidente Cristina Kirchner vai manter sua política de defender o mercado local da "concorrência desleal". Em reunião com a nova diretoria da União Industrial Argentina (UIA), Giorgi argumentou que todos os países do mundo usam "todo tipo de medidas para defender o mercado interno".

Segundo ela, "a defesa do mercado interno da concorrência desleal é um elemento fundamental, principalmente neste contexto internacional com excesso de oferta nos países desenvolvidos". Logo após a reunião da ministra com os empresários, fontes do ministério de Produção e Indústria da Argentina afirmaram que "as versões sobre dificuldades da entrada de produtos brasileiros no mercado argentino são produzidas pelo setor privado do Brasil".

As fontes também enumeraram uma série de dificuldades para produtos argentinos entrarem no Brasil. Elas citaram como exemplos "o laboratório Biogénesis Bagó, que demorou dez anos para receber autorização brasileira, e a Iveco, que espera há três anos para entrar com seus caminhões no mercado brasileiro".

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