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Material escolar está 10% mais caro

O material estritamente de papelaria, como cadernos e resmas de papel, foi o que menos variou de preços

Diogo Menezes
Diogo Menezes
Publicado em 03/01/2013 às 8:01
Foto: Priscila Buhr/JC Imagem
O material estritamente de papelaria, como cadernos e resmas de papel, foi o que menos variou de preços - Foto: Priscila Buhr/JC Imagem
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Os pais que já estão indo às compras de material escolar como cadernos e mochilas se depararam com preços em média de 8% a 10% mais altos do que no ano passado. O aumento foi informado na quarta-feira (2) por lojas e distribuidoras e pode ser até maior, se a opção dos pais for dar aos filhos artigos de marcas e personagens famosos, como Homem-de-Ferro ou Batman.

“No material básico importado da China, por exemplo, a alta é 5%. Mas se a escolha for por um kit com material ‘top’, da Faber-Castell ou da Bic, licenciado com personagens como Ben 10, Barbie ou Homem-Aranha, o aumento chega a 15%”, explica Aldeck Miranda Júnior, gerente de Compras da Master Distribuidora Atacadista. É o caso das mochilas e estojos, que no geral tiveram mais de 10% de alta.

Como ocorre em qualquer área da economia, a alta no atacado é repassada no varejo. Na Livraria Modelo, de acordo com o pessoal da loja de Boa Viagem, a alta média ficou de 6% a 7%. Se a escolha for por produtos licenciados, com personagens famosos e que estão na moda, os preços podem ser bem altos, como a mala com rodinhas para estudantes, de R$ que chega a R$ 288.

No Atacado dos Presentes do Bairro de São José, que trabalha com muitos produtos importados, as altas foram próxima de 5%. Os artigos mais baratos normalmente são os mais genéricos e trazidos da China. “Temos cadernos de R$ 8,60 e jogo de borrachas a partir de R$ 1,50”, explica Francisco Carlos da Silva, gerente da unidade do Atacado dos Presentes.

O material estritamente de papelaria, como cadernos e resmas de papel, foi o que menos variou de preços. Nas distribuidoras, a informação é de que o aumento foi próximo a 1%, quando não ficou na mesma faixa do início de 2012.

Leia mais no JC desta quinta-feira (3)

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