ENERGIA

Produção de energia eólica cresce 55,1% no Brasil

O aumento da capacidade instalada de geração ficou em 23,5%

Da Editoria de Economia
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Publicado em 17/02/2017 às 10:40
Foto: Heudes Régis/JC Imagem
O aumento da capacidade instalada de geração ficou em 23,5% - FOTO: Foto: Heudes Régis/JC Imagem
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A produção de energia eólica no Brasil cresceu 55,1% em 2016. A Capacidade instalada desse tipo de geração saiu de 8.277 megawatts (MW) para 10.221 MW nos últimos doze meses. Com 3.651 MW médios, o desempenho das usinas em operação no Sistema Interligado Nacional (SIN) foi 1.297 MW médios superior ao registrado em 2015, quando a geração alcançou um total de 2.347 MW médios

Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e indicam que, ao final de 2016, os 402 empreendimentos eólicos em operação no Sistema alcançaram 10.221 MW em capacidade instalada, ou seja, incremento de 23,5% frente aos números do ano anterior (8.277 MW), quando havia 325 projetos em funcionamento no país.

O bom desempenho das usinas eólicas fez com que a fonte aumentasse sua representatividade em toda a geração de energia do país. Em 2016, elas representaram 6% da produção, o que significa dois pontos percentuais de acréscimo.

PERFORMANCE

O Rio Grande do Norte permanece como principal produtor de energia eólica no Brasil. As usinas potiguares produziram 1.206 MW médios no período, aumento de 50% em relação a 2015. O levantamento aponta o estado da Bahia na segunda colocação com 693 MW médios (+54%), seguido pelo Ceará que alcançou 668 MW médios (+29%) e o Rio Grande do Sul com 519 MW médios (+39%) produzidos no primeiro semestre. Pernambuco é o sexto lugar com 170 MW médios.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) é responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia elétrica no país, garantindo a segurança e o equilíbrio financeiro deste mercado. Mais informações sobre o assunto podem ser acessadas no  endereço (www.ccee.org.br). A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos, mantida pelas empresas que compram e vendem energia no Brasil.

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