Expectativa

Japão deixa favoritismo com Brasil na estreia das Confederações

As duas equipes abrirão no sábado a disputa do Grupo A do torneio, que inclui ainda Itália e México, no estádio de Brasília

Da AFP
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Publicado em 14/06/2013 às 22:33
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O Japão entregou ao Brasil o peso do favoritismo na partida deste sábado, pela abertura da Copa das Confederações da Fifa, disse nesta sexta-feira o técnico Alberto Zaccheroni.

Os brasileiros "são os favoritos para ganhar a competição, estão jogando em casa e são meus favoritos", revelou o técnico da seleção japonesa em entrevista coletiva.

As duas equipes abrirão no sábado a disputa do Grupo A do torneio, que inclui ainda Itália e México, no estádio de Brasília.

Os japoneses, que participam pela quinta vez da competição, reconhecem a trajetória e a superioridade dos adversários, mas chegam com o moral alto após sua classificação para a Copa do Mundo de 2014.

"Chegamos a esta Copa das Confederações para testar nosso nível, para saber onde estamos, mas também para mostrar que jogamos bem (...). Esta Copa nos dirá onde estamos", declarou Zaccheroni.

"Chegamos a apenas dois dias (a Brasília) após disputar" dois jogos pelas eliminatórias em uma semana, e nosso adversário é muito forte, então precisamos estar na melhor condição possível".

"Apesar do nosso entusiasmo, especialmente por enfrentar os pentacampeões do mundo em sua casa, o Japão ainda não está pronto para jogar de igual para igual com os grandes" do futebol, admitiu o técnico.

"Há uma grande brecha entre Japão e seus adversários, mas esta Copa das Confederações nos permitirá encurtar esta distância", afirmou o italiano.

A seleção japonesa tem como principais armas para surpreender o Brasil o meia Shinji Kagawa (Manchester United), conhecido como "Messi japonês", e o atacante Keisuke Honda (CSKA Moscou).

Apesar de reconhecer o favoritismo do Brasil, "não nos sentimos inferiores e faremos o melhor possível para disputar uma grande partida", disse Zaccheroni.

Sobre uma marcação especial em Neymar, o técnico respondeu que "o Brasil evoluiu muito coletivamente (...) e se concentrar em apenas um jogador não tem sentido".

Brasil e Japão se enfrentaram em nove ocasiões desde 1989, com sete vitórias para os brasileiros e dois empates. Curiosamente, os dois empates foram em Copas das Confederações (2001 e 2005).

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