JC no Mundial

Coincidências para fazer você crer no hexa da seleção brasileira

Seleção brasileira encara o México na próxima segunda-feira, pelas oitavas

Vinícius Barros
Vinícius Barros
Publicado em 28/06/2018 às 20:33
Foto: FRANCISCO LEONG / AFP
Seleção brasileira encara o México na próxima segunda-feira, pelas oitavas - FOTO: Foto: FRANCISCO LEONG / AFP
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Em tempos de Copa do Mundo, o lado mais supersticioso aflora entre os torcedores ávidos pela conquista da taça e com a chegada do mata-mata, essa aflição só aumenta. Na próxima segunda-feira, o Brasil encara o México pelas oitavas de final e, para dar mais ingredientes à superstição dos brasileiros, foram escolhidas algumas coincidências para fazer você acreditar no hexa.

Confira:

1.Tite e Felipão:

A série de semelhanças com o pentacampeonato, conquistado em 2002, é assustadora. A começar pelos treinadores. Na época o comandante era Felipão, um gaúcho, religioso, campeão da Copa do Brasil pelo Grêmio e com uma trajetória de sucesso em um time paulista, o Palmeiras. Em 2018, as características se repetem, a única mudança é que Tite reinou em outro clube de São Paulo, o Corinthians.

2.Craque do PSG:

Se em 2002 Ronaldinho Gaúcho era um dos craques da seleção, neste ano esse posto é ocupado por Neymar. A coincidência? Naquela ocasião, o "Bruxo" vestia a camisa do PSG, mesmo manto usado pelo ex-santista.

3.Capitão machucado às vésperas:

Já em solo asiático, na preparação para a Copa de 2002, o capitão Emerson se machucou e ficou fora do torneio. Um enredo semelhante aconteceu com Daniel Alves, lesionado no mês passado em partida disputada pelo Paris Saint-Germain.

4.Confrontos semelhantes:

Não param as coincidências com o penta. Em 2018, algumas países caíram em grupos com os mesmos rivais de 16 anos atrás. Brasil ficou novamente ao lado da Costa Rica, França com a Dinamarca, Argentina junto com a Nigéria e Bélgica com a Tunísia, assim como em 2002.

5.Surpresa na abertura:

Enquanto em 2002 o mundo do futebol ficou chocado com a vitória dos estreantes de Senegal contra a então campeã França, em 2018 foi a vez da Rússia impressionar a todos. Não pelo resultado, mas sim pelo placar. Nesta edição, os anfitriões golearam a Arábia Saudita por 5 a 0, placar mais elástico de um jogo inaugural na história das Copas, empatado com o Brasil de 1950.

6.Final da Champions League:

Marcelo, lateral-esquerdo da seleção brasileira foi o responsável por dar o passe para um dos gols de Bale, na decisão da Champions League deste ano, conquistada pelo Real Madrid diante do Liverpool. Em 2002, Roberto Carlos, então lateral-esquerdo da Amarelinha fazia o mesmo, em uma assistência para gol de Zidane.

7.Craque da França campeão europeu por um time de Madrid:

O tento citado acima foi marcado pelo craque da seleção francesa na época e serviu para coroar o Real com mais um título europeu. Griezmann, atual craque de "Les Bleus" também balançou as redes em uma decisão continental, no caso dele a da Liga Europa, neste ano, por outro time da cidade, o Atlético de Madrid.

8. Taffarel e Alisson:

Também existem similaridades da Copa de 1994 com a de agora. Naquela conquista, o goleiro era Taffarel, formado na base do Internacional e em atuação por uma equipe italiana durante o Mundial, o Peruggia. Alisson, tem um histórico parecido, só muda o time atual, a Roma.

9. Marrocos:

Na Rússia, a seleção marroquina emplacou sua quinta participação em Mundiais. Um fato curioso é que nas vezes anteriores o país alternou bons e maus fluidos para o Brasil. Isso porque esteve presente nas edições de 1970 (conquista do tri), 1986 (eliminação nas quartas), 1994 (tetracampeonato) e 1998 (derrota na final). Devido a esse revezamento, em 2018 chegou a vez da equipe ser pé quente para o time Canarinho.

10.Ausência da Itália:

Tetracampeões mundiais, os italianos estão de fora do Mundial da Rússia. A última vez que este fenômeno ocorreu foi em 1958, justamente uma edição vencida pelo Brasil.

11. Presença de Senegal:

Se por um lado a ausência da Itália significa um bom sinal para o Brasil, no caso do Senegal é a presença que dá sorte. Antes de 2018, os africanos só marcaram presença em uma Copa, a de 2002, vencida pela Amarelinha.

12. Chivas campeão da Concachampions:

Um dos grandes clubes mexicanos, o Chivas Guadalajara só foi campeão da Liga dos Campeões da América do Norte e Central duas vezes em sua história. A primeira, em 1962, ano em que o Brasil foi bicampeão mundial. O segundo troféu do clube veio neste ano.

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