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Jaqueline Mourão revela nervosismo como porta-bandeira

Delegação de 20 pessoas foi puxado pela atleta que, na sua quinta participação olímpica, pela primeira vez assumiu o posto

Da AE
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Publicado em 07/02/2014 às 21:03
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Décimo quinto dos 88 países que desfilaram nesta sexta-feira (7) na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, o Brasil entrou no Estádio Olímpico Fisht com uma delegação de 20 pessoas, sendo 12 atletas. O grupo foi puxado pela atleta Jaqueline Mourão, que, na sua quinta participação olímpica, pela primeira vez teve a honra de ser a porta-bandeira do País.

“Eu já participei de outros quatro Jogos Olímpicos, mas nunca vou me esquecer deste dia. Fiquei nervosa no início do desfile. Eu tentei passar a minha energia para todo mundo dentro do estádio, por isso balancei bastante a bandeira. Achei que passou rápido. Com a energia que eu estava, dava mais umas três voltas no estádio”, comentou Jaqueline, após a festa em Sochi.

Olímpica no mountain bike nos Jogos de Verão de Atenas/204 e Pequim/2008, ela se arriscou pela primeira vez na neve em Turim/2006, no esqui cross country, modalidade na qual competiu também em Vancouver/2010. Agora, na Rússia, vai participar não só no cross, mas também no biatlo. Assim, será a primeira atleta brasileira a disputar três modalidades olímpicas diferentes na carreira. 

A maior parte dos atletas do Brasil presentes à cerimônia de abertura, porém, viviam a emoção pela primeira vez. Foi o caso de Odirlei Pessoni, do bobsled. “Estou sentindo uma emoção muito grande. Passou um filme na minha cabeça. Toda luta e todo sacrifício que fiz para participar dos Jogos Olímpicos. Não foi fácil, mas já está valendo a pena”, afirmou Odirlei, que, além de atleta, é o mecânico do bobsled brasileiro.

Dos 13 atletas da delegação brasileira em Sochi, só Jhonatan Longhi, que chega a Sochi na próxima sexta, não desfilou. Por outro lado, Maya Harrison, que também só vai entrar na Vila Olímpica daqui a uma semana, voou da Suíça, onde mora, até Sochi só para participar da cerimônia. Ela ainda volta para Genebra antes de retornar à Rússia.

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