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CBV dispensa técnicos da seleção de vôlei de praia

No começo do ano passado, foram montadas as comissões permanentes, com técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e outras profissionais

Karol Albuquerque
Karol Albuquerque
Publicado em 26/06/2014 às 18:57
Foto: CBV
No começo do ano passado, foram montadas as comissões permanentes, com técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e outras profissionais - Foto: CBV
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Um ano e meio depois de reformular o vôlei de praia nacional, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) voltou a fazer uma mudança radical. Nesta quinta-feira (26), anunciou o fim da seleção permanente, com a dispensa das comissões técnicas que eram comandadas por Letícia Pessoa no masculino e Marcos Miranda, o Marcão, no feminino.

No começo do ano passado, foram montadas as comissões permanentes, com técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e outras profissionais. As seleções foram convocadas e os técnicos tiveram autonomia para remanejar as duplas da forma que desejavam. 

No começo de 2014 foi anunciada a primeira mudança radical: os treinadores perderam a liberdade de montar as duplas. Nesta temporada, os atletas formavam duplas da maneira sem interferência e os técnicos convocavam as duplas fechadas para as etapas dos Circuitos Mundial e Sul-Americano.

Pelo novo formato, anunciado nesta quinta, a equipe da seleção brasileira de vôlei de praia será formada por supervisor, um fisioterapeuta e um estatístico para cada naipe e esses profissionais atenderão todos os times. Caberá aos supervisores determinar quais duplas jogarão no Circuito Mundial. Enquanto isso, ficará sob responsabilidade das duplas levar técnico e preparador físico para as competições.

Para divulgar as mudanças, a CBV exalta o currículo dos novos supervisores. São eles os ex-jogadores Franco, Pará e Shelda. "Vamos conversar com os atletas, passar para eles ideias, ouvir necessidade e, depois disso, definir critérios pautados em transparência e meritocracia para convocações. Queremos usar a experiência como ex-jogadores e o diálogo para melhorar os resultados e fortalecer ainda mais a modalidade", disse Franco, que agora é gerente de seleções.

"A intenção é de criar mecanismos para que as convocações sejam pautadas através do desempenho. O vôlei de praia é um esporte com características específicas, mas queremos que o espírito e o conceito de seleção brasileira estejam presentes, apesar de termos várias duplas. Por isso, é nossa obrigação oferecer o melhor suporte aos atletas", destacou Shelda.

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