Taekwondo

A chance do Taekwondo Pernambucano no Pan-Americano

Campeã brasileira até 73kg, Íris Danielly vai buscar vaga para os Jogos em novembro

Diego Toscano
Diego Toscano
Publicado em 05/09/2014 às 17:00
Divulgação
Campeã brasileira até 73kg, Íris Danielly vai buscar vaga para os Jogos em novembro - Divulgação
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Após ser campeã brasileira de Taekwondo no último domingo (31), em Vitória (ES), Íris Danielly agora volta as suas atenções para o decisivo final do ano. Em outubro, participa da Copa do Brasil de Taekwondo, em Natal-RN. Já no mês seguinte, encara a seletiva fechada, com outras duas atletas, para definir a convocada para Seleção Brasileira da categoria. Caso vença, representará o Brasil na categoria para o Mundial de Taekwondo de 2014, ainda sem data definida, e para o Pan-Americano de 2015, no Canadá.

"Depois de um bom resultado, você acaba tendo mais confiança. Sabe que, se treinar bastante, pode chegar lá. Acho que estou com um bom nível para disputar campeonatos internacionais", afirmou a lutadora.

O otimisto da pernambucana pode ser traduzido em números. Desde que voltou a lutar, há dois anos, conseguiu medalhas em todas as competições que disputou. Em 2012 e 2013, os bronzes na Copa do Brasil no Brasileiro Adulto de 2013. Já neste ano, levou a prata na Copa das Federações e os ouro no Maceió Open e no Open Nordeste.

Com 23 anos, Íris Danielly está no maior momento da carreira. Porém, passou por muitas dificuldades e largou o esporte (que treinava desde os 13 anos) para terminar os estudos e fazer curso técnico de enfermagem. "Parei porque eu tinha que estudar e trabalhar para, no futuro, tentar seguir novamente o sonho de lutar. Terminei o colégio e me formei como técnica de enfermagem. Agora, posso seguir novamente meu objetivo maior: participar de uma Olimpiada", comemorou.

Quando voltou, Íris encontrou dificuldades para praticar o esporte. Sem professores, acabou indo atrás de ajuda na Federação Pernambucana de Taekwondo. E lá conheceu técnico que mudou sua vida: Vítor Amorim. "Quando eu conheci o Vítor, estava bem desesperada para voltar a treinar em alto nível. Com ele, consegui a faixa preta e melhorei muito nos treinamentos. Devo todo esse sucesso ao meu mestre e a equipe. Sem Vítor, nenhuma dessas medalhas teria acontecido", explicou a pernambucana.

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