MMA

UFC divulga medidas para inibir doping em seus lutadores

Ações foram reveladas nesta quarta-feira (18), em coletiva de imprensa realizada em Las Vegas (EUA)

Luana Ponsoni
Luana Ponsoni
Publicado em 18/02/2015 às 19:26
UFC/Divulgação
Ações foram reveladas nesta quarta-feira (18), em coletiva de imprensa realizada em Las Vegas (EUA) - FOTO: UFC/Divulgação
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Os recorrentes casos de doping envolvendo lutadores do UFC – Anderson Silva e Nick Diaz foram apenas os últimos de uma fila encabeçada por Jon Jones, Hector Lombard e Ashlee Evans-Smith – fizeram a organização do Ultimate elaborar medidas que visam a exercer um maior controle sobre os seus atletas a partir de 1º de julho. Os planos da franquia foram revelados nesta quarta-feira (18), durante coletiva de imprensa realizada em Las Vegas (EUA). Participaram o presidente do UFC, Dana White, um dos donos da Zuffa, empresa que controla o evento, Lorenzo Fertitta, e o vice-presidente executivo do UFC, Lawrence Epstein. 

Umas das principais “armas” do UFC para combater o doping será instituir que os lutadores contratados façam, no mínimo, três testes-surpresa ao ano. Para serem colocados à prova, os atletas não precisarão estar com lutas marcadas. Se tiverem combates agendados, os resultados sempre serão divulgados antecipadamente. Os lutadores continuarão ainda sujeitos aos exames das comissões atléticas. “Em testes recentes, atletas foram flagrados e isso nos fez ver que precisamos melhorar a nossa política de controle. Serão 481 testes ao longo de 41 eventos em um ano. Lutaremos ainda por penas mais duras junto às comissões atléticas, com período de suspensão de dois a quatro anos para os flagrados pela primeira vez”, afirmou Fertitta.

Por ter sido pego em dois dos três exames realizados pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC) no mês de janeiro, Anderson Silva deve receber, no máximo, um ano de suspensão, já que é réu primário. O brasileiro está suspenso temporariamente pela entidade após audiência disciplinar realizada anteontem, em Las Vegas (EUA). O julgamento está marcado para março, em data ainda não divulgada.

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