Tênis

Clezar é 2º tenista do País a avançar no Brasil Open e pegará espanhol

Guilherme Clezar, o número 225 do mundo, passou pelo brasileiro Thiago Monteiro, o 125º colocado no ranking, por 2 sets a 1

Vinícius Barros
Vinícius Barros
Publicado em 28/02/2018 às 10:42
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Guilherme Clezar, o número 225 do mundo, passou pelo brasileiro Thiago Monteiro, o 125º colocado no ranking, por 2 sets a 1 - FOTO: Foto: divulgação
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Guilherme Clezar é o segundo representante do País que continua na disputa da chave de simples do Brasil Open, ATP 250 disputado no Ginásio do Ibirapuera, após a realização da primeira rodada. Depois de Rogério Dutra Silva avançar na estreia, o tenista gaúcho também avançou no evento paulistano, disputado em quadras de saibro.

Na conclusão da rodada de terça-feira, Clezar, o número 225 do mundo, passou pelo brasileiro Thiago Monteiro, o 125º colocado no ranking, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 1/6 e 7/5, conquistando a sua primeira vitória em jogos da ATP, no seu 13º compromisso.

"Estou muito contente de vencer meu primeiro jogo de ATP. O Brasil Open sempre foi especial para mim. Foi o primeiro ATP que eu joguei e, coincidentemente, o primeiro em que venci uma partida", disse o gaúcho.

Próximo adversário

Na segunda rodada, Clezar terá pela frente o espanhol Albert Ramos-Vinolas, número 22 do mundo e primeiro cabeça de chave do Brasil Open, em partida prevista para quinta-feira. "O Albert Ramos é um jogador que está Top 20, é um cara bem consistente, mas que também deixa jogar. Vou tentar fazer o meu jogo", comentou.

E o Brasil poderia ter um terceiro representante na segunda rodada do Brasil Open, não fosse a derrota de Thomaz Belluci para o argentino Horacio Zebalos por 7/6 (7/2), 3/6 e 6/3. Ele reconheceu que faltou regularidade nos pontos decisivos do duelo

"Faltou jogar melhor nos momentos cruciais do jogo. No final do primeiro set, ele jogou bem melhor no tie-break. Fiquei meio tenso para ganhar o set. Acho que no terceiro foi igual. Eu me coloquei na posição de quebrar o saque dele, sacar para fazer 5/3, e não consegui. Nestes momentos, ele foi melhor que eu", avaliou o brasileiro.

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