Olimpíada

CBV apresenta representantes do País no vôlei de praia de Tóquio-2020

Equipes venceram disputa interna com outras parcerias para

JC Online
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Publicado em 29/10/2019 às 16:24
Divulgação/CBV
Equipes venceram disputa interna com outras parcerias para - FOTO: Divulgação/CBV
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As quatro duplas brasileiras classificadas aos Jogos Olímpicos de Tóquio foram apresentadas nesta terça-feira na sede da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE), Ágatha/Duda (PR/SE), Alison/Álvaro Filho (ES/PB) e Evandro/Bruno Schmidt (RJ/DF) destacaram o caminho até a vaga e celebraram o tempo de preparação que terão até o início da competição.

Os times garantiram a vaga na disputa interna contra outras parcerias brasileiras somando pontos nas etapas quatro e cinco estrelas do Circuito Mundial 2019, além do Campeonato Mundial. Na última semana, o calendário de eventos do Circuito Mundial 2020 foi divulgado pela Federação Internacional de Voleibol (Fivb), e com apenas mais um torneio válido, as duplas não poderiam mais ser alcançadas pelos demais concorrentes.

Os times tiveram a possibilidade de descartar as pontuações mais baixas, somando os 10 melhores resultados obtidos durante a temporada. A definição foi comemorada por uma das estreantes nos Jogos, a mineira Ana Patrícia. Aos 22 anos, a bloqueadora contará com a experiência do técnico Reis Castro e do preparador físico Oliveira Neto, que durante anos formaram a comissão técnica das medalhistas olímpicas Juliana/Larissa.

Bruno Schmidt comentou a diferença entre a classificação ao Rio-2016 e Tóquio-2020, superando inclusive uma lesão durante a corrida olímpica para o Japão. “Evandro está sendo um menino muito corajoso, precisou mudar completamente a forma de jogar quando firmamos esse projeto para 2020. Ele está jogando pela entrada de rede, bloqueando o tempo todo, enquanto em outras duplas, revezava essa função. Ele tem o melhor saque do mundo, sacar forte e correr para o bloqueio é muito difícil. Foi uma corrida olímpica tensa. Tive também um estiramento grau dois durante a corrida olímpica, na etapa da Áustria. Mas tudo isso abrilhanta ainda mais nossa conquista. As dificuldades que enfrentamos nos deixa mais forte para o ano que vem”, disse Bruno.

A disputa interna das duplas brasileiras acontece em paralelo à disputa da vaga do país, que segue as regras da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Cada nação pode ser representada por, no máximo, duas duplas em cada naipe.

CLASSIFICAÇÃO OLÍMPICA

Os países possuem quatro maneiras de garantir a vaga: vencendo o Campeonato Mundial 2019; sendo finalistas do Classificatório Olímpico, que foi disputado na China, também em 2019; estando entre as 15 melhores duplas do ranking olímpico internacional; vencendo uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa). O Japão, sede, tem uma dupla em cada naipe já garantida.

Atualmente, os quatro times brasileiros figuram entre os 15 melhores do ranking olímpico da FIVB. Alison/Álvaro é o terceiro colocado, e Evandro/Bruno aparece em quarto. No feminino, Ana Patrícia/Rebecca aparece em primeiro, com Ágatha/Duda em quarto. O ranking olímpico da FIVB termina em 14 de junho de 2020.

 

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