Regulação

Wada retira princípio ativo da maconha da lista de substâncias proibidas a atletas

CBD, ou cannabidiol, está fora do documento atualizado da Agência Mundial Antidoping

Luana Ponsoni
Luana Ponsoni
Publicado em 08/01/2020 às 13:42
MARC BRAIBAN/AFP
CBD, ou cannabidiol, está fora do documento atualizado da Agência Mundial Antidoping - FOTO: MARC BRAIBAN/AFP
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Alvo de estudos por suas propriedades medicinais, o cannabidiol (CBD), um dos mais de 110 princípios ativos da maconha, foi retirado da lista de substâncias proibidas a atletas pela Agência Mundial Antidoping (Wada). A partir deste ano, competidores que, por algum motivo, sejam submetidos a terapias com o CBD não ficarão mais expostos às sanções da entidade. O uso da erva para qualquer outro fim, no entanto, continua proibido e suscetível a punições, como multas e suspensões de competições.

CBD e THC

Essas duas siglas representam os dois principais compostos ativos da maconha. Estudos apontam que ambos podem ser, inclusive, efetivos no tratamento do câncer. Os resultados da utilização das duas substâncias no combate à doença, porém, ainda precisam ser investigados de maneira mais aprofundada.

O fato de o THC ser uma substância psicoativa, ou seja, que atua no sistema nervoso central, mudando temporariamente a percepção, representa um dos entraves às pesquisas e à liberação da substância. Na lista atualizada da Wada em 2020, os atletas estão proibidos de consumir qualquer item com THC. 

CONFIRA A RESOLUÇÃO DA WADA SOBRE A MACONHA

 

 

 

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