Arruda

'Quase que a gente tem um vexame igual ao Sport', diz técnico do Santa

Júnior Rocha comparou a situação vivida pelo Santa Cruz no jogo contra o Belo Jardim com a eliminação do Sport para o Ferroviário na Copa do Brasil

Heitor Nery
Heitor Nery
Publicado em 04/03/2018 às 20:25
Diego Nigro/JC Imagem
Júnior Rocha comparou a situação vivida pelo Santa Cruz no jogo contra o Belo Jardim com a eliminação do Sport para o Ferroviário na Copa do Brasil - FOTO: Diego Nigro/JC Imagem
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Irritação. Mesmo com a classificação para a próxima fase do estadual, esse foi o sentimento do técnico Júnior Rocha após a vitória do Santa Cruz por 3x2 para o Belo Jardim, pela décima rodada do Campeonato Pernambucano. A equipe coral abriu um 3x0 e depois passou por um susto com o calango encostando no placar. O treinador comparou a situação com a vivida pelo Sport, quando foi eliminado na Copa do Brasil, e cobrou que seus atletas mantenham a concentração para evitar novas situações como a da partida deste domingo (4).

"Falta de interesse num jogo é complicado. A gente fica triste por conta disso. A gente tá fazendo 3x0, com
chance de fazer mais, e depois demonstrar uma falta de interesse no jogo. Mais cinco minutos e a gente passa um vexame como o que o Sport passou há alguns dias. Já aconteceram também outros jogos na história, o time vencendo e sofrer uma virada incrível. O nível de concentração não pode ir lá embaixo", declarou.

"Torcedor vaiou com razão"

O treinador também comentou das vaias do torcedor após o fim da partida. Para Júnior Rocha, uma reação completamente compreensível. E afirmou ainda que teria feito o mesmo se estivesse nas arquibancadas do Arruda.

"Vaiou com razão. Se tivesse na arquibancada eu também vaiaria. Não é possível uma equipe cair tanto de
rendimento, quando nos últimos jogos a gente superou o adversário fisicamente. Foi desleixo mesmo, não pode
acontecer. Foi conversado isso. É chato vir aqui depois de uma classificação, mesmo estando em sétimo lugar, mas a gente cumpriu o primeiro objetivo. E depois ter que cobrar um pouco mais de concentração de um atleta profissional, que vive disso. A gente fica triste igual ao torcedor", afirmou.

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