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'Um cara muito forte', diz Luxemburgo sobre situação de Abel Braga

Abel Braga foi aplaudido de pé pelo torcedor do Sport antes de a bola rolar

FELIPE HOLANDA
FELIPE HOLANDA
Publicado em 02/08/2017 às 22:41
Diego Nigro/JC Imagem
Abel Braga foi aplaudido de pé pelo torcedor do Sport antes de a bola rolar - FOTO: Diego Nigro/JC Imagem
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O técnico Abel Braga voltou ao futebol nesta quarta (2/8) no empate em 2x2 com o Sport, ainda se recuperando da perda de seu filho, no último sábado (29/7), no prédio de sua família no Rio de Janeiro. Antes do jogo, ele recebeu o carinho dos profissionais, entre eles, o treinador rubro-negro Vanderlei Luxemburgo.

"São amigos e nos demos muito bem desde que eramos adversários. Eu falei a ele que não tinha o que falar. Só dei um abraço e fiz questão de convidar ele para cantar o hino com a gente. Ninguém tem esse sentimento, quem não perdeu um filho não sabe. Ele é um cara muito forte. Uma decisão muito difícil. Acho que ele vai se ocupar com o futebol e tocar a vida", disse Luxa.

Ainda de acordo com Luxemburgo, o resultado de empate foi merecido pelo que o Sport e o Fluminense apresentaram dentro das quatro linhas. No início da partida, o Leão sofreu um "apagão" e levou dois gols em 12 minutos de bola rolando.

"O resultado foi justo. O Fluminense entrou com tudo e a gente entrou um pouco meio desligado. Em dois isolados, o Fluminense marcou duas vezes. Depois, a equipe entrou no jogo. Os melhores resultados do Fluminense foi jogando fora de casa. O Scarpa joga bem, fica na 'zona morta'. Ele fez um lindo gol. No segundo tempo, nós entramos jogando o Fluminense para trás. O adversário fez duas linhas de quatro e ficou no contragolpe. Faltou agredir mais", destacou o professor.

LENIS

O colombiano Reinaldo Lenis, que teve seu terceiro jogo seguido como titular, voltou a se apresentar bem. Foi dele o passe para o primeiro gol leonino no jogo, marcado pelo atacante André.

"Lenis não foi contratado para ser protagonista. É um jogador de equipe. Tem que dar moral para ele para que ele bote para fora o seu potencial. Não da pra achar que ele vai resolver todos os problemas", frisou Luxemburgo.

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