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Racionalizar é palavra de ordem

Nos últimos dois anos, cresce a utilização da alvenaria estrutural em substituição ao tijolo para o fechamento de paredes e com funções estruturais

Do JC Online
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Publicado em 04/10/2012 às 7:00
Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem
Nos últimos dois anos, cresce a utilização da alvenaria estrutural em substituição ao tijolo para o fechamento de paredes e com funções estruturais - FOTO: Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem
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Outra empresa que atua com sistema construtivo de pré-fabricados de concreto que expõe seus produtos durante a oitava edição da Ficons é a Interblock, grupo paraibano que produz blocos de alvenaria racionalizada para a construção de empreendimentos imobiliários (através da Tecblock, braço da empresa especializado na alvenaria racionalizada e líder no mercado nordestino) e de pisos de concreto (com a Paviblock) de menor resistência, como os aplicados em calçadas, e os de maior resistência para regiões aeroportuárias e portuárias.

O projeto da Interblock surgiu há três anos em Alhandra (na divisa da Paraíba com Pernambuco), conta o diretor comercial da empresa, Renato Rocha. Há onze meses, a unidade fabril deu início à produção que atende aos mercados da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. “Com o ritmo da construção civil se mantendo na média de 10% ao ano, temos a expectativa de manter um crescimento em torno de 20% por trimestre, como ocorre desde novembro do ano passado”, diz ele.

O gerente comercial da Interblock, Leonardo Miranda, ressalta que nos últimos dois anos tem crescido a utilização da alvenaria estrutural em Pernambuco em substituição ao tijolo para o fechamento de paredes e também com funções estruturais, com o desenvolvimento de blocos de concreto.

“Atendemos a obras como o Le Parc, da Cyrella. Essa é a nossa maior obra de alvenaria com blocos de concreto, com cerca de 1.200 unidades habitacionais. É uma solução racionalizada, com desperdício zero.”

O diretor técnico da Tecblock, Cláudio Campelo, explica a diferença entre um prédio-caixão construído com os blocos de concreto e outro com tijolo cerâmico. “Os prédios sem pilotis construídos com os blocos de alvenaria estrutural têm grande resistência, obedecem a normas de desempenho, podendo chegar a 15 andares. Já o tijolo cerâmico não tem essa função estrutural.”

Através da Paviblock, a empresa atua com automação completa, através de equipamentos para a colocação de pisos. “É possível fazer 2,5 m² por turno (12 horas)”, aponta o diretor comercial da Interblock, Renato Rocha.

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