rio de janeiro

Exército mantém para final de outubro retirada de tropa das favelas do Alemão e da Penha

Segundo a polícia, há ainda muito a fazer pela segurança dos moradores

Diogo Menezes
Diogo Menezes
Publicado em 12/05/2011 às 8:42
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
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RIO DE JANEIRO - A ocupação do complexo de favelas dos morros do Alemão e da Penha transformou a região em uma das áreas com os menores índices de criminalidade do Rio de Janeiro, avalia o comandante militar do Leste, general de exército Adriano Pereira Junior.

“Hoje é possível afirmar que a população está vivendo em paz. É uma das áreas onde os índices de criminalidade estão entre os mais baixos do município”. O comandante admite, porém, que há ainda muito a fazer pela segurança dos moradores. Ele lembrou que esse é um trabalho que requer tempo e dedicação e que será levado adiante com a promessa do estado de instalar a partir de novembro, cerca de um ano depois da ocupação, unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na região.

Ele garantiu que o Exército não trabalha com a hipótese de permanecer na região depois do dia 31 de outubro, prazo acertado com o governo do estado para a implantação das UPPs. Segundo o comandante, a retirada dos homens do Exército se dará progressivamente antes desse prazo.

Adriano Pereira Junior informou que estão sendo utilizados cerca de 1,7 mil homens do Exército. Desse total, um quarto (425 homens, em média) permanece 24 horas por dia na região.

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