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Sindicato dos servidores do IBGE promete manter greve

A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, deve comentar a greve de servidores na instituição

Katarina Vieira
Katarina Vieira
Publicado em 26/06/2014 às 9:51
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O sindicato dos servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmou que a paralisação de servidores vai continuar e deve atrapalhar novas divulgações de indicadores. A greve impediu nesta quinta-feira (26), a divulgação de dados sobre o mercado de trabalho em duas das seis regiões metropolitanas do País, apuradas pela Pesquisa Mensal de Emprego.

Em 2012, uma greve de servidores também atrapalhou por dois meses a divulgação da mesma pesquisa. À época, os dados também de Salvador e de Porto Alegre não ficaram prontos a tempo. "Sabemos que o esforço grevista tem implicações sim. Mas vamos seguir no esforço", disse Ana Magni, diretora da ASSIBGE-SN, antes do início da coletiva de imprensa, na sede do instituto, no centro do Rio de Janeiro, para comentar a pesquisa. "Mais e mais dados serão prejudicados daqui para frente se não for recomposto o quadro técnico", exemplificou.

A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, deve comentar ainda nesta quinta (26) a greve de servidores na instituição. Os trabalhadores exigem a realização de concurso público para preenchimento de mais de quatro mil vagas, além de valorização salarial do patamar de órgãos do ciclo de gestão, como Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários.

"Daqui para frente, (vocês) sempre tem de se perguntar o que está sendo divulgado e em que medida está retratando de fato a realidade brasileira. Sabemos que vai depender da nossa pressão coletiva, da nossa organização, conquistar o futuro melhor para o IBGE, portanto, não desistiremos", declarou Ana.

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