SÃO PAULO

Receita Federal apreende uma tonelada de cocaína no Porto de Santos

Os fiscais encontraram 32 bolsas com 1.098 kg de cocaína escondidas em três grandes pacotes de plástico dentro de um carregamento de levedura

AFP
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Publicado em 03/11/2017 às 22:56
Foto: Receita Federal/Divulgação
Os fiscais encontraram 32 bolsas com 1.098 kg de cocaína escondidas em três grandes pacotes de plástico dentro de um carregamento de levedura - FOTO: Foto: Receita Federal/Divulgação
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A Receita Federal apreendeu mais de uma tonelada de cocaína em um contêiner no Porto de Santos, que tinha a Bélgica como destino, informou a instituição nesta sexta-feira (3).

Os fiscais encontraram 32 bolsas com 1.098 kg de cocaína escondidas em três grandes pacotes de plástico dentro de um carregamento de levedura, anunciou a Receita Federal em comunicado.

Com essa apreensão, a Receita "frustrou a tentativa de envio ao exterior" da droga, que supostamente ia para o porto de Antuérpia, na Bélgica, assinalou.

Essa apreensão é a maior do ano para o porto de Santos, superando os 936 kg de cocaína descobertos em 23 de outubro.

A droga foi entregue à Polícia Federal de Santos, que seguirá com as investigações.

Apreensões ao longo do ano

Ao longo do ano, as autoridades apreenderam mais de 10,6 toneladas de cocaína no Porto de Santos, quase o mesmo que em todo 2016.

Em 4 de setembro, a Polícia realizou uma megaoperação para desarticular um grupo de traficantes que enviou cerca de seis toneladas de cocaína para a Europa ao longo do último ano.

A operação "Brabo" - em alusão a um porto na Bélgica - revelou uma sociedade entre traficantes de drogas do Brasil e da Europa, que se abasteciam de cocaína pura oriunda de países produtores sul-americanos, armazenavam em São Paulo e depois enviavam para a Europa por transportes marítimos, especialmente do Porto de Santos.

A investigação começou em agosto de 2015 em cooperação com a DEA, a agência americana de combate às drogas, depois que foram apreendidos três carregamentos de cocaína no Porto de Santos e outros dois na Rússia, entre agosto de 2015 e julho de 2016.

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