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Políticos, artistas e entidades lamentam morte de vereadora do PSOL

''Estou chocado, triste, chorando, furioso, indignado'', diz um trecho da nota postada pelo deputado Jean Wyllys sobre a morte de Marielle Franco

JC Online
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Publicado em 15/03/2018 às 1:10
Foto: Reprodução/Facebook
''Estou chocado, triste, chorando, furioso, indignado'', diz um trecho da nota postada pelo deputado Jean Wyllys sobre a morte de Marielle Franco - FOTO: Foto: Reprodução/Facebook
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Políticos, artistas e entidades estão usando as redes sociais para lamentar o assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, na noite dessa quarta-feira (14). A morte da parlamentar, que tinha sua atuação pautada pela defesa de negros e pobres e denunciava a violência contra essa população, pode ter motivação política.

Veja abaixo algumas reações ao assassinato da vereadora:

O PSOL divulgou a seguinte nota: "O Partido Socialismo e Liberdade vem a público manifestar seu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco. Estamos ao lado dos familiares, amigos, assessores e dirigentes partidários do PSOL/RJ nesse momento de dor e indignação. A atuação de Marielle como vereadora e ativista dos direitos humanos orgulha toda a militância do PSOL e será honrada na continuidade de sua luta. Exigimos apuração imediata e rigorosa desse crime hediondo. Não nos calaremos! Marielle, presente!"

A morte de Marielle Franco

Marielle estava dentro de um carro acompanhada de um motorista, que também foi morto, e de uma assessora, quando teria sido abordada por outro veículo.

Uma ambulância do quartel central do Corpo de Bombeiros foi acionada para o local e constatou a morte da parlamentar e do motorista. A vereadora estava indo para casa no bairro da Tijuca, zona norte do Rio, voltando de um evento ligado ao movimento negro, na Lapa.

Segundo informações preliminares da Polícia Militar do RJ, que atendeu a ocorrência, a parlamentar e o motorista, que não teve a identidade informada, foram baleados e morreram no local. A assessora Fernanda Chaves sobreviveu ao ataque e não teria sofrido nenhum tiro, segundo o Corpo de Bombeiros.

Marielle voltava de um evento chamado “Jovens negras movendo as estruturas”, na Lapa, quando, de acordo com testemunhas, teve o carro emparelhado por outro veículo, de onde partiram os tiros.

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