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Obama aceita formalmente candidatura à reeleição

Presidente aceitou a indicação do Partido Democrata para disputar o segundo mandato e destacou que o País está na trilha da recuperação

Allan Nascimento
Allan Nascimento
Publicado em 07/09/2012 às 8:37
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aceitou a indicação do Partido Democrata para disputar um segundo mandato e disse aos eleitores que eles enfrentam "a mais clara escolha de qualquer época, de qualquer geração". "Eu aceito a sua investidura", disse Obama a uma plateia de milhares de delegados eufóricos.

Em seu discurso no encerramento da Convenção Nacional do Partido Democrata, em , na noite desta quinta-feira, Obama disse que a América tem sido testada pelos custos da guerra, pela economia conturbada e um preocupante impasse político, e enfatizou que a eleição será a escolha entre dois caminhos para o país e duas fundamentalmente diferentes visões do futuro. "Sim, nosso caminho é mais difícil, mas leva a um lugar melhor", assegurou.

O presidente destacou que os Estados Unidos estão na trilha da recuperação, e afirmou que seu rival para as eleições de 6 de novembro, o candidato republicano Mitt Romney, quer reviver políticas fracassadas, como o corte de impostos para os ricos e corte nos programas que dão aos americanos a oportunidade de um futuro mais próspero.

O candidato democrata ofereceu uma mensagem mais realista, especialmente aos jovens. Ao pedir mais quatro anos no cargo, pediu paciência aos norte-americanos enquanto busca um consistente crescimento econômico. "A verdade é que vai demorar mais do que alguns anos para superar as dificuldades", admitiu Obama, que enfrenta o desafio de reviver a mágica de sua histórica temporada de 2008 e gerar entusiasmo entre os eleitores que estão cansados das dificuldades econômicas e do desemprego persistente. "Nos próximos anos, grandes decisões serão tomadas em Washington sobre emprego, impostos, déficits, energia e guerra, educação e paz ", disse.

Obama dedicou parte central de seu discurso para destacar feitos de sua política externa, como a morte do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, o fim da guerra no Iraque e a promessa de acabar com o conflito que seu país trava no Afeganistão há mais de uma década.

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