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Banimento da Irmandade Muçulmana é mantido

A proscrição da Irmandade foi anunciada em setembro, dois meses após a deposição do presidente islamita Mohamed Mursi

Ulysses Gadêlha
Ulysses Gadêlha
Publicado em 06/11/2013 às 13:13
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Um tribunal egípcio rejeitou nesta quarta-feira um recurso apresentado pela Irmandade Muçulmana para suspender uma decisão judicial que baniu o movimento islâmico e confiscou seus bens, segundo fontes judiciais. 

A proscrição da Irmandade foi anunciada em setembro, dois meses após a deposição do presidente islamita Mohamed Mursi.

Vários líderes da Irmandade foram detidos e enfrentam acusações criminais, inclusive de terem participado na morte de manifestantes que saíram às ruas após a queda de Mursi. 

O próprio Mursi começou a ser julgado na última segunda-feira, por seu suposto papel na morte de manifestantes da oposição em frente ao palácio presidencial, em dezembro do ano passado.

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