Eleições nos EUA

Pressionada por Sanders, presidente do Partido Democrata americano renuncia

Na noite de sexta-feira (22), o site Wikileaks publicou cerca de 20.000 mensagens internas do Partido Democrata revelando uma possível tentativa de desestabilização de Bernie Sanders durante as primárias para a Casa Branca

AFP
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Publicado em 24/07/2016 às 18:25
ALEX WONG / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
Na noite de sexta-feira (22), o site Wikileaks publicou cerca de 20.000 mensagens internas do Partido Democrata revelando uma possível tentativa de desestabilização de Bernie Sanders durante as primárias para a Casa Branca - FOTO: ALEX WONG / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
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A presidente do Partido Democrata americano, Debbie Wasserman Schultz, anunciou neste domingo (24) que renunciará a seu cargo no final da convenção de indicação de Hillary Clinton, que começa nesta segunda-feira na Filadélfia.

"A melhor forma para mim de cumprir esses objetivos é renunciar a meu posto de presidente do partido ao fim da convenção", referindo-se à campanha eleitoral dos próximos meses.

Na noite de sexta-feira, o site Wikileaks publicou cerca de 20.000 mensagens internas do Partido Democrata revelando uma possível tentativa de desestabilização de Bernie Sanders durante as primárias para a Casa Branca.

A congressista da Flórida já era questionada há meses por Sanders e seus partidários, que a acusavam de parcialidade e pediam sua renuncia para unificar o partido.

Ela deverá presidir os trabalhos durante a grande cerimônia democrata, mas confirmou que somente abrirá e fechará a convenção. Pronunciará igualmente um discurso diante dos mais de 4.700 delegados democratas que participarão do evento.

Sua renúncia deverá satisfazer o campo de Sanders e poderá acalmar os ânimos, antes do discurso do senador de Vermont, previsto para a noite de segunda-feira.

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