Tensão

Coreia do Norte lança novo míssil balístico

Segundo a a agência de notícias Yonhap, o míssil teria explodido alguns segundos após o lançamento

AFP
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Publicado em 28/04/2017 às 18:33
Foto: ED JONES / AFP
Segundo a a agência de notícias Yonhap, o míssil teria explodido alguns segundos após o lançamento - FOTO: Foto: ED JONES / AFP
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A Coreia do Norte realizou um teste fracassado de míssil balístico neste sábado (29), horário local, no momento em que Washington acentua sua pressão para enfrentar a "ameaça nuclear" norte-coreana. De acordo com a agência de notícias Yonhap, citando um comunicado do Exército sul-coreano, "a Coreia do Norte disparou um míssil não identificado de um sítio próximo a Buckchang, em Pyeongannam-do, na manhã deste sábado".

"A avaliação é que o tiro fracassou", acrescentou a agência. Um oficial dos Estados Unidos confirmou o disparo de um míssil norte-coreano não identificado à AFP. Segundo ele, o disparo ocorreu de uma base em terra, e foi um míssil de "tipo desconhecido e que não implica em ameaça". Teria explodido segundos após o lançamento.

Seul está analisando dados para determinar que tipo de míssil foi lançado e seu alcance estimado. "O Comando do Pacífico dos Estados Unidos detectou o que avaliamos que foi o lançamento de um míssil norte-coreano, às 10H33 (hora do Havaí). O lançamento do míssil balístico aconteceu perto do campo de aviação de Pukchang", disse o porta-voz do Comando do Pacífico do Exército dos Estados Unidos (Pacom), comandante Dave Benham, em uma declaração.

"O míssil não saiu do território da Coreia do Norte", acrescentou.

O porta-voz indicou que o Comando de Defesa Aeroespacial Norte-Americano (Norad) determinou que o míssil não representava uma ameaça para a América do Norte.

Trump

Já a Casa Branca disse que o presidente Donald Trump foi informado do lançamento do míssil.

Nesta sexta-feira, o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, propôs uma campanha de pressão sem precedentes para forçar a Coreia do Norte a deter seu programa nuclear e balístico.

"Não agir agora diante do problema de segurança mais imediato do mundo pode ter consequências catastróficas", disse o chefe da diplomacia americana, durante uma reunião ministerial dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU.

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