PRÉ-CANDIDATO

'Minha pesquisa é o povo na rua', diz Bolsonaro sobre rejeição

Ele rechaçou o resultado da pesquisa Ibope/CNI, divulgada nessa quinta-feira (28) que o aponta como o maior índice de rejeição entre os presidenciáveis

Estadão Conteúdo
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Publicado em 29/06/2018 às 2:15
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ele rechaçou o resultado da pesquisa Ibope/CNI, divulgada nessa quinta-feira (28) que o aponta como o maior índice de rejeição entre os presidenciáveis - FOTO: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O pré-candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, rechaçou ao Estadão/Broadcast o resultado da pesquisa Ibope/CNI, divulgada na manhã desta quinta-feir (28) que o aponta como o maior índice de rejeição entre os presidenciáveis. "Minha pesquisa é o povo na rua", afirmou. Bolsonaro também disse não acreditar ter mais rejeição do que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como revelou a pesquisa. O pré-candidato aparece com 32% de rejeição, seguido de Lula, com 31%.

"Quer dizer que eu sou mais bandido que o Lula? Não dá para acreditar nisso. Minha pesquisa é o aeroporto, o povo com que falei hoje na praça pública (em Fortaleza, Ceará, onde fez agenda de campanha). O que vale é a rua", disse o deputado federal e presidenciável.

O parlamentar comentou ainda o fato de ser apontado com menos voto no Nordeste do que a ex-ministra Marina Silva, pré-candidata da Rede ao Planalto. A pesquisa revela que em um cenário sem Lula, Marina Silva estaria com 16% na região, Ciro Gomes 14% e Jair Bolsonaro 10%. "Manda ela anunciar uma agenda no Nordeste para ver. A minha resposta aqui nas ruas é muito maior", disse.

Pesquisa Ibope/CNI

No Brasil, em um cenário sem Lula, Bolsonaro fica empatado tecnicamente com Marina, com 17% das intenções de voto, enquanto ela tem 13%. O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) tem 22% de rejeição, enquanto Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) têm 18%. Rodrigo Maia, do DEM, é rejeitado por 13%, seguido por Fernando Haddad, do PT, com 12%, Henrique Meirelles, do MDB, com 11%, e Levy Fidelix, do PRTB, com 10%.

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