ENTREVISTA

'Bandido vai ter que se cuidar', diz Armando Monteiro

Candidato a governador, Armando disse que Paulo Câmara foi omisso no combate à violência no Estado

Cássio Oliveira
Cássio Oliveira
Publicado em 04/09/2018 às 11:43
Foto: Luis Oliveira/TV Jornal
Candidato a governador, Armando disse que Paulo Câmara foi omisso no combate à violência no Estado - Foto: Luis Oliveira/TV Jornal
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Candidato a governador pelo PTB, Armando Monteiro prometeu restaurar a "autoridade" do governo de Pernambuco contra a violência no Estado. Segundo o petebista, o atual governador, Paulo Câmara (PSB), foi omisso. "É tolerância zero, bandido vai ter que ter cuidado. O governador (Paulo Câmara) ficou omisso e colocando culpa na crise, mas outros estados reduziram os índices. Então faltou firmeza e autoridade", disse Armando durante a série de sabatinas da TV Jornal.

Entre as propostas para a segurança, Armando disse que vai valorizar o policial, articular com municípios e com a guarda municipal e investir em inteligência. "Mas é preciso ter comando, quando o governador vai para a linha de frente, como foi Eduardo Campos, as respostas acontecem", destacou.

SAÚDE

Para a área de saúde pública, Armando Monteiro disse à apresentadora Graça Araújo que, se for eleito, o atendimento será mais rápido e humanizado. "Teremos remédio e médico onde deve ter, mutirão para exames e consultas. E terminar algumas obras, ao invés de ficar prometendo hospital novo. No Getúlio Vargas, os corredores estão abarrotados e há uma obra de ampliação que está sendo feita faz cinco anos. Quando vem alguém numa ambulância municipal para emergência, a maca  fica retida porque não tem onde colocar os doentes. A saúde precisa de um plano emergencial melhorando a atenção básica e a gestão", disse.

No tocante ao transporte público, o petebista disse ser necessário um investimento no metrô para que mais pessoas possam ser transportadas. "Vamos terminar os as obras corredores do BRT, a integração com as estações e vias exclusivas. No metrô, com uma pequena requalificação nos trens, ele pode sair de 430 mil para 600 mil pessoas. Essa conta tem de ser articulada com o governo federal não é expansão da linha, é melhorar os equipamentos existentes", comentou.

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