PRESIDENTE DO PSL

Bebianno: teremos maioria e PT ficará isolado na oposição

O presidente do PSL, criticou ainda o candidato do PT derrotado 'Haddad é petista, não costuma ligar para quem ganha'

Kléber Barreto
Kléber Barreto
Publicado em 29/10/2018 às 0:34
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O presidente do PSL, criticou ainda o candidato do PT derrotado 'Haddad é petista, não costuma ligar para quem ganha' - FOTO: Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou na noite desse domingo (28) que o futuro governo Jair Bolsonaro será de centro-direita e terá maioria no Congresso Nacional. Segundo Bebianno, um dos principais assessores de campanha de Bolsonaro, o PT ficará isolado na oposição.

"Teremos a maioria no Congresso, será um governo de centro-direita. O PT vai ficar isolado à esquerda, como sempre. Suas pautas são sempre negativas, sempre contrárias aos interesses do País. O amor do PT é pelo partido, não pelo Brasil", afirmou Bebianno, ao chegar ao Hotel Windsor Barra, na zona oeste do Rio.

Telefonema de Donald Trump

Bebianno comentou o telefonema do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o anúncio da eleição de Bolsonaro. "Foi um telefonema de cortesia, para dar os parabéns, desejar felicidades. É um sinal de proximidade com nosso grande parceiro comercial", disse o presidente do PSL.

O assessor de Bolsonaro reforçou que a transição de governo ficará a cargo do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para comandar a Casa Civil no futuro governo.

Segundo Bebianno, além de Trump, Bolsonaro recebeu um telefonema do presidente Michel Temer. O candidato do PT, Fernando Haddad, não ligou para o presidente eleito. "Haddad é petista, não costuma ligar para quem ganha", disse o presidente do PSL.

Mesmo com a vitória, Bebianno criticou o sistema eleitoral com base na urna eletrônica. Para o presidente do PSL, a margem de vitória foi maior do que realmente registrada. "A impressão do voto permitiria que houvesse uma transparência maior", afirmou Bebianno, para quem mudar o sistema poderá ser uma prioridade do futuro governo.

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