TRANSIÇÃO

Maitê Proença é cogitada para o Ministério do Meio Ambiente de Bolsonaro

Maitê é uma das signatárias da carta enviada por lideranças ambientais para Bolsonaro logo após a eleição

Victor Tavares
Victor Tavares
Publicado em 12/11/2018 às 15:35
Foto: Reprodução Internet
Maitê é uma das signatárias da carta enviada por lideranças ambientais para Bolsonaro logo após a eleição - FOTO: Foto: Reprodução Internet
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O nome da atriz Maitê Proença foi apresentado ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para o Ministério do Meio Ambiente por um grupo de ambientalistas, economistas e pesquisadores, segundo informações da coluna de Ancelmo Gois desta segunda (12). Apesar de não ser filiada a nenhum partido político, Maitê é vista como uma pessoa que possui boa articulação e bom trânsito na área ambiental.

Entretanto, a global explica que o seu nome, por enquanto, é “apenas uma ideia”. "A ideia é tirar o viés ideológico a que o setor ambiental ficou associado. Trazer um nome que possa abrir as portas que se fecham para os ecologistas. Um nome ligado às causas ambientais, mas que circule nos diversos meios de forma isenta. E que possa colocar a pasta acima de picuinhas políticas. Concordo com tudo. Mas o meu nome é apenas uma ideia", disse a atriz.

Proximidade

Segundo informações do Extra, a atriz possui uma boa relação no círculo mais próximo de Bolsonaro. Ela é ex-mulher e tem um filho com o empresário Paulo Marinho, ligado ao presidente eleito. 

O empresário, porém, considerou o nome da sua ex-esposa para a pasta do Meio Ambiente como "uma loucura." "Isso é uma loucura. Não sei de onde tiraram isso", disse Marinho.

O vice-presidente de parcerias estratégicas da Conservação Internacional, Rodrigo Medeiros, diz que o nome de Maitê pode trazer mais “tranquilidade e leveza” para a pasta.

"Ela não é partidária e se mostrou muito disposta a contribuir. Tem condições de manter um ótimo diálogo em todas as áreas, inclusive com os ruralistas", afirmou.

Maitê é uma das signatárias da carta enviada por lideranças ambientais para Bolsonaro logo após a eleição. Para Medeiros, o melhor nome não é necessariamente o mais técnico, mas aquele com maior capacidade de articulação e diálogo.

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