TWITTER

FHC lamenta 'pedras lançadas' antes mesmo de governo Bolsonaro assumir

. É preciso verificar, antes de condenar, mas sem confiança e credibilidade impossível reconstruir o País, como a maioria do povo deseja", afirmou Fernando Henrique, pelo Twitter

Victor Tavares
Victor Tavares
Publicado em 15/12/2018 às 19:04
Foto: Agência Brasil
. É preciso verificar, antes de condenar, mas sem confiança e credibilidade impossível reconstruir o País, como a maioria do povo deseja", afirmou Fernando Henrique, pelo Twitter - FOTO: Foto: Agência Brasil
Leitura:

Em manifestação hoje nas redes sociais, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou lamentar as "pedras lançadas" contra o futuro governo de Jair Bolsonaro antes mesmo da posse e afirmou que, sem credibilidade, não será possível reconstruir o País.

"Diariamente há pessoas acusadas de corrupção ou mal uso de dinheiro público. Lamento que antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas. É preciso verificar, antes de condenar, mas sem confiança e credibilidade impossível reconstruir o País, como a maioria do povo deseja", afirmou Fernando Henrique, pelo Twitter.

Coaf

As "pedras lançadas" a que o ex-presidente se refere partiram do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou e informou ao Ministério Público Federal (MPF) a "movimentação atípica" de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017 em uma conta do então assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

O relatório, revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo, apontou que uma das transações feitas pelo ex-assessor Fabrício José Carlos de Queiroz foi um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle.

Jair Bolsonaro disse que o dinheiro foi um empréstimo para Queiroz. E Flávio afirmou que não fez nada de errado, nem é investigado, e acrescentou que as explicações cabem ao seu ex-assessor.

O jornalismo profissional precisa do seu suporte. Assine o JC e tenha acesso a conteúdos exclusivos, prestação de serviço, fiscalização efetiva do poder público e muito mais.

Apoie o JC

Últimas notícias