Embaixada

'Acho que indicação do Eduardo passa no Senado', diz Bolsonaro

O presidente Bolsonaro deve oficializar a indicação nos próximos dias.

Estadão Conteúdo
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Publicado em 10/08/2019 às 14:09
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O presidente Bolsonaro deve oficializar a indicação nos próximos dias. - FOTO: Foto: Agência Câmara
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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (10) acreditar que a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira nos Estados Unidos vai ser aprovada pelo Senado. O presidente deve oficializar a indicação - que precisa do aval dos senadores - nos próximos dias.

"Não sei, o Congresso decide, né? Eu acho, meu sentimento é que passa", disse o presidente quando questionado se a indicação de Eduardo passaria facilmente no Senado. Ele observou que tem uma minoria na Casa que sempre vota contra.

Na quinta-feira (8), o governo dos Estados Unidos concedeu o agrément para que Eduardo assuma a embaixada brasileira em Washington.

Eduardo Bolsonaro esteve pela manhã dessa sexta-feira (09) com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em uma reunião privada no Itamaraty. Nenhum dos dois falou com a imprensa ao final do encontro. O filho do presidente afirmou que o agrément confirma o gesto de "apoio e a confiança já expressas" por Donald Trump, presidente dos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no último dia 30 de julho que considera o filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, "um jovem brilhante" e que está "muito feliz pela indicação" do deputado federal para assumir a embaixada do Brasil em Washington. "Eu conheço o filho dele e provavelmente é por isso que o fizeram (a indicação). Estou muito feliz com essa indicação", disse o mandatário dos Estados Unidos após questionamento de uma jornalista da GloboNews.

Previdência

Já sobre a reforma da Previdência, que está no Senado, o presidente disse não saber se há votos suficientes no momento. "Não sei, sou ruim de matemática. Não, de matemática eu sou bom. Sou ruim de economia", disse Bolsonaro.

"É uma proposta de emenda à Constituição, tem a ver com o futuro do Brasil. A gente quebra daqui a um ou dois anos, acabou", acrescentou o presidente, ao fazer referência à necessidade de aprovar a medida.

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