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Mourão visita Bolsonaro no hospital e não fala com a imprensa

Mourão exerce a Presidência em exercício até quinta-feira (12)

agências de notícias
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Publicado em 09/09/2019 às 14:34
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Mourão exerce a Presidência em exercício até quinta-feira (12) - FOTO: Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
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A comitiva do vice-presidente, general Hamilton Mourão, chegou às 13h26 desta segunda-feira, 9, ao Hospital Vila Nova Star para visitar o presidente Jair Bolsonaro, que se recupera de uma cirurgia para correção de hérnia incisional. Mourão exerce a Presidência em exercício até quinta-feira, 12, de acordo com o porta-voz da Presidência, general Rêgo Barros. Mourão entrou no hospital sem falar com a imprensa e esteve com o presidente durante 15 minutos. 

A cirurgia a que o presidente Jair Bolsonaro foi submetido no domingo (8) foi a quarta após ele ter sido esfaqueado há um ano, durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG). Em coletiva de imprensa nesta manhã, o porta-voz da Presidência, Rêgo Barros, disse que Bolsonaro encontra-se estável e tem boa evolução clínica. Ainda de acordo com o porta-voz, foi disponibilizada uma ala do hospital para a equipe da Presidência e para a família do presidente.

Bolsonaro, que se licenciou por cinco dias, deve reassumir o cargo ainda no hospital, mas somente após um período inicial de recuperação. Segundo a equipe médica, Bolsonaro deve permanecer internado por até 10 dias.

Evento com empresários chineses

Mourão participou, nesta segunda-feira (9), de um evento com empresários chineses, em São Paulo e disse que a escalada das barreiras tarifárias e o risco de recessão com o conflito comercial entre China e Estados Unidos afetam o Brasil.

“O mundo acompanha com apreensão a escalada das barreiras tarifárias e o aumento do risco de recessão mundial. Sabemos que ganhos de curto prazo para o Brasil, como o aumento da demanda por soja, podem ficar comprometidos pela redução global da atividade econômica ou pelo desequilíbrio dos mercados no mais longo prazo. A instabilidade política não contribui para o progresso econômico", afirmou. 

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