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Pesquisa Veja/FSB identifica percepção de que Bolsonaro trabalha contra desemprego

A visão favorável do combate ao desemprego por Bolsonaro saltou de 14% para 24%, entre dezembro e fevereiro.

Rafael Carvalheira
Rafael Carvalheira
Publicado em 23/02/2020 às 9:37
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Wilson Dias/Agência Brasil
MP está sobre a mesa, mas ele não assina - FOTO: Wilson Dias/Agência Brasil
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A revista Veja, em parceria com FSB, divulgou pesquisa relativa ao governo Bolsonaro com melhora dos índices de avaliação. A percepção de que o governo trabalha para combater o desemprego teve forte subida, se consolidando na terceira posição entre as áreas mais bem avaliadas do governo. Entre dezembro e fevereiro, a visão favorável saltou de 14% para 24% (cada entrevistado podia escolher apenas duas áreas).

A ordem de citações foi a seguinte: combate à corrupção (37%), segurança (35%), nenhuma (25%), combate à inflação (24%), educação (22%), saúde pública (11%), combate à pobreza (7%), área da habitação (5%), todas (1%), ns/nr (4%).

Em outra parte da entrevista, quem acha o governo bom e ótimo subiu além da margem de erro, de 31% para 36%. Pela primeira vez, o bom e ótimo (36%) supera o ruim e péssimo (31%).

Também cresceu a parcela que vê o governo melhor do que esperava. Pela primeira vez, os positivamente surpresos com o governo (36%) empatam tecnicamente com quem está decepcionado (39%). A margem de erro de dois pontos percentuais.

A maioria dos entrevistados também passou a aprovar o governo em relação às pesquisas anteriores. Pela primeira vez, o índice de aprovação alcança 50%. O número partiu de 44% em agosto, caiu para 43% em outubro, foi a 44% novamente e agora está em 50%.

A alta também se reflete na expectativa otimista para o final do governo. São 48% os que acreditam que o governo terminará bom ou ótimo. A expectativa ruim e péssima soma apenas 26%.

Se a eleição fosse hoje

A Veja também averiguou a intenção de votos de Bolsonaro em um hipotético confronto. Em cenário sem Lula, Bolsonaro tem 37% das intenções de voto, contra 13% Fernando Haddad (PT), 12% de Luciano Huck (sem partido), 11% de Ciro Gomes (PTB), 4% de João Amoedo (Novo), 3% de João Doria (PSDB). o restante escolheu nenhum, não iria votar, branco, nulo ou não sabe/não respondeu.

Com Lula na disputa, os dois empatam tecnicamente. Bolsonaro teria 31% contra 28% de Lula. Seguem Luciano Huck (11%), Ciro Gomes (8%), e João Dória (4%). Nenhum, não iria votar, branco, nulo, não sabe/não respondeu somam 12%. Lula está inelegível e não pode ser candidato no momento.

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