Legislativo

Mendonça defende abertura de CPI para área de transportes

Autor da projeto que zerou a alíquota do PIS/Cofins nos transportes públicos não vê problema em criar uma CPI para investigar o setor

Márcio Didier
Márcio Didier
Publicado em 26/08/2013 às 16:23
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Com o Projeto de Lei 2729/2011 - que versa sobre a redução no preço das passagens do transporte público municipal, com o fim das aliquotas de PIS/Pasep e Cofins - aprovado por unanimidade no Senado, o deputado federal Mendonça Filho (DEM), afirmou, na tarde desta segunda-feira, não ver problemas na criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o transporte público na capital pernambucana.

"Não vejo nenhum problema a CPI investigar e tornar opublico os números que refletem a realidade do setor. Não vejo porque não abrir", disse ele em entrevista à Rádio JC/CBN. O demista defendeu ainda que uma planilha de acompanhamento dos gastos e compras do setor seja disponibilizada na Internet para que qualquer cidadão interessado possa consultar. "E assim opinar sobre se os gastos estão altos, onde é possível economizar", arrematou.

A decisão do governo do Estado, por meio da secretaria de Defesa Social, de proibir o uso de máscaras na manifestações marcadas para o feriado 7 de setembro, foi tratada com cautela pelo deputado. Ele ponderou que os mascarados não estão necessariamente ligados à crimes contra o patrimônio. "Sou a favor de coibir eventuais depredações ou abusos. Mas usar máscara não quer dizer que a pessoa está ali para cometer um crime", ponderou.

Uma das principais vozes no Congresso Nacional em oposição a questões do programa Mais Médicos, do governo Federal, Mendonça Filho condenou o governo brasileiro por "subescrever" o formato de pagamento dos médicos cubanos, interceptando os vencimentos dos profissionais da ilha que atuam no Brasil.

"Não é correto o governo aceitar que um médico venham trabalhar aqui sem sua família, com 80% do salário sendo entregue nas mãos de um governo ditatorial e com todas as suas relações sendo monitoradas", ressaltou o parlamentar.

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