Eleições

Definição de nome do PSB ganha velocidade

Um dos cotados para a disputa na Frente Popular, Tadeu Alencar avisa que, com o lançamento das diretrizes do PSB/Rede, a escolha do candidato será acelerada

Ayrton Maciel e Bruna Serra
Ayrton Maciel e Bruna Serra
Publicado em 04/02/2014 às 6:00
Clemilson Campos/JC Imagem
Um dos cotados para a disputa na Frente Popular, Tadeu Alencar avisa que, com o lançamento das diretrizes do PSB/Rede, a escolha do candidato será acelerada - FOTO: Clemilson Campos/JC Imagem
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Nome mais cotado para ser o escolhido do governador Eduardo Campos (PSB), como o candidato a sua sucessão, o secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar (PSB), revelou nessa segunda-feira – na abertura do ano legislativo, na Assembleia Estadual – que o processo de definição do nome governista ganha velocidade a partir desta terça, após a apresentação, em Brasília, das diretrizes para o programa de governo presidencial da aliança PSB/Rede. “Amanhã (4) é um dia importante em Brasília. As diretrizes programáticas vão ser anunciadas. A partir daí, certamente, as coisas vão ganhar algum ritmo”, antecipou.

Medindo as palavras e procurando despistar nas respostas, o secretário disse que a sua desincompatibilização do cargo “não foi tratada” com Eduardo, que “aguarda as orientações” e que “não está com o nome à disposição”, mas sim “concentrado no trabalho”. Tadeu Alencar lembrou que o governador já decidiu que o prazo-limite para as decisões – candidatura presidencial e nome à sucessão estadual – é o pós-Carnaval.

Revelou, porém, que iniciadas as conversações, a decisão será rápida. “Ele (Eduardo) é presidente nacional de um partido, tem todo um debate com a Rede e tem os outros partidos (a ouvir), o PPS e o PPL. Não iniciou as tratativas. Quando o fizer, o fará num prazo rápido”, adiantou.

Nessa segunda-feira, todavia, nos bastidores da Assembleia, enquanto o governador fazia a sua prestação de contas de 2013, fonte governista confidenciava que o nome do candidato à sucessão “sai até o dia 15 deste mês”.

Indagado se a escolha, diante da quantidade de opções no PSB, poderia deixar sequelas, o secretário evitou comentar. “Não tenho me pronunciado. É um assunto que vai ser conduzido pelo governador, com os partidos e as forças que nos apoiam. Por disciplina, estilo e responsabilidade política não me cabe nenhuma opinião. Estou aguardando as orientações do governador e do nosso partido”, sintetizou.

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