Novo governo

Paulo garante que executará programa de governo em quatro anos

Socialista afirmou que irá preparar Pernambuco para não perder as oportunidades em 2015

Franco Benites
Franco Benites
Publicado em 23/12/2014 às 15:57
Alexandre Gondim/JC Imagem
Socialista afirmou que irá preparar Pernambuco para não perder as oportunidades em 2015 - Alexandre Gondim/JC Imagem
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O governador eleito Paulo Câmara (PSB) garantiu, ao participar de uma entrevista nesta terça-feira (23) na rádio Jornal do Commercio, que entregará aos pernambucanos aquilo que foi prometido durante a campanha eleitoral deste ano. "Creio que vou ter condição nos próximos quatro anos de cumprir todos os meus compromissos. Eu, como governador, vou preparar Pernambuco para não perder as oportunidades", destacou.

Paulo se mostrou otimista, mas destacou que começará o seu governo em um momento de incertezas para o Brasil. "2015 é um ano desafiador. A gente começa o ano sem ter muita certeza sobre o que vai acontecer", falou. Apesar de integrar um partido que não faz mais parte da base do governo Dilma Rousseff (PT), o socialista afirmou que espera o sucesso das ações do governo federal. "A gente torce para o Brasil voltar a se estabilizar. Isso ajuda a dinâmica do meu programa de governo", falou.

Para enfrentar um possível cenário de crise, Paulo Câmara diz que já traçou um roteiro de como agir assim que sentar na cadeira de governador. "É preciso finalizar os projetos em andamento e preparar Pernambuco com novos projetos para o desafio do futuro. É um ano de ajuste na máquina. A gente sabe exatamente o que vai prioizar. Vamos gastar melhor e ter a coerência de não aumentar impostos e tributos", destacou.

Ao longo da entrevista, Paulo Câmara ainda defendeu o secretariado que formou para governar Pernambuco, elogiou o atual governador João Lyra Neto (PSB) e falou sobre como irá encarar a bancada oposicionista na Assembleia Legislativa. Entre os partidos que farão oposição ao socialista estão o PT, PTB, PSOL e DEM. "Vou estar aberto a ouvir a oposição. Sempre tive a disposição para o diálogo. Vou receber as críticas de maneira muito republicana. Aquilo que for bom para o Estado não vou ter problema de refletir e acatar alguma posição. Mas vou defender meu governo e minha forma de governar", afirmou.

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