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Desemprego é debatido na Câmara do Recife

Estudo mostra crescimento de 16,3% na condição de vulnerabilidade no Recife

JC Online
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Publicado em 29/08/2017 às 22:51
Chico Porto / Acervo JC Imagem
Estudo mostra crescimento de 16,3% na condição de vulnerabilidade no Recife - FOTO: Chico Porto / Acervo JC Imagem
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, na última quarta, 24, o resultado de uma pesquisa feita sobre a vulnerabilidade social das regiões metropolitanas. No estudo, o Recife fica na pior colocação, tendo um crescimento de 16,3% na condição de vulnerabilidade e com um salto negativo de menos 7.475 empregos de Janeiro a Julho, numa crescente do desemprego.

Na tarde desta terça-feira, 29, o tema foi posto em discussão no plenário. O vice-líder da oposição, Rinado Júnior (PRB), é tácito: "Está quase impossível se viver nesta cidade." e ainda complementa: Os números mostram. Eles não mentem. Vivemos em uma loteria, pois não sabemos se seremos assaltados e não sabemos se teremos médicos para atender. Qual foi o último curso de qualificação que a prefeitura do Recife trouxe pra essa cidade ?"

"Ao contrário do que disse o vereador Rinaldo, nós temos cursos oferecidos em 16 escolas de qualificação profissional distribuídas por toda a cidade. As inscrições são semestrais e o último processo seletivo aconteceu em julho", informou Aline Mariano (PMDB), líder do governo, em nota.

Teatro do Parque

Outro alvo de debate foi a audiência sobre o Teatro do Parque, onde cidadãos e vereadores discutiram sobre os andamentos das obras. Na última terça-feira, 22, a prefeitura lançou no Diário Oficial o edital de contratação da empresa que executará a segunda parte da
intervenção.

Fechado desde 2010 o Teatro do Parque teve o projeto de restauração iniciado em 2013, mas em 2015 teve suas obras paralisadas.

Segundo Ivan Moraes (PSOL), um comitê de fiscalização será feito para acompanhar mensalmente o andamento das obras. A priveira visita está prevista para dia 21 de Setembro.

"Não podemos mais dizer que população não gosta de cultura. A populaão não tem dinheiro, não tem recursos. Nem podemos acreditar que o Teatro do Parque é apenas um instrumento de garantia do direito a cultura, pois ele é também uma garantia do direito a educação e de desenvolvimento local. Porque quando o Teatro funciona, os restaurantes funcionam, o comércio ambulante funciona até mais tarde os bares funcionam até mais tarde e mais do que tudo ele é um instrumento que visa garantir a segurança na cidade. Sabemos que rua movimentava é rua segura.", afirma Ivan.

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