ELEIÇÕES 2018

Marina diz ser capaz de unir o Brasil neste momento de crise

Pré-candidata a presidência pela Rede Sustentabilidade criticou políticas equivocadas que levaram o Brasil a atual situação

Angela Fernanda Belfort
Angela Fernanda Belfort
Publicado em 13/06/2018 às 22:51
Foto: Agência Brasil/
Pré-candidata a presidência pela Rede Sustentabilidade criticou políticas equivocadas que levaram o Brasil a atual situação - FOTO: Foto: Agência Brasil/
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Na plenária dos militantes da Rede Sustentabilidade, a pré-candidata a presidência da República Marina Silva disse ser a única capaz de unir o Brasil neste momento de crise. Sem citar nomes, criticou do PT ao atual candidato ao pré-candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, na plenária com os filiados do partido que ocorreu na noite desta quarta-feira (13/06) no térreo da torre 1 do empresarial do Shopping RioMar. Além dos militantes, o encontro contou com a presença do ex-prefeito do Recife, João Paulo (PC do B), que foi chamado de “meu companheiro” pela presidenciável.

“A situação que temos hoje é fruto de decisões políticas equivocadas”, afirmou Marina. Ela considerou corretas as medidas tomadas em 2008 para fazer com que a economia brasileira não sentisse os efeitos da turbulência internacional daquele ano, como o subsídio aos combustíveis, o controle da inflação pelos preços controlados pelo governo federal, entre outros. Para a candidata, essas medidas se mantiveram até 2014 “para ganhar a eleição”. E acrescentou: “um estadista perde a eleição, mas não prejudica o futuro da sua nação”.

VIOLÊNCIA

Como candidata, Marina argumentou que violência não se resolve com violência. “São 60 mil pessoas assassinadas por ano no País, sendo 30 mil jovens. Alguém acredita que se resolve isso distribuindo arma para a população?, questionou, alfinetando Jair Bolsonaro. Ainda no seu discurso, falou da necessidade de melhorar a educação como forma de combater a violência.

Marina cumpre agenda hoje no Recife com os pré-candidatos da Rede ao governo do Estado, o ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, e ao Senado, Jairinho Silva e Antonio Souza.

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