Decoração

Colorido que revigora

Tão importante quanto a escolha da cor é saber preparar a superfície para receber a tonalidade desejada e que tipo de tinta usar

Manuella Antunes
Manuella Antunes
Publicado em 01/02/2014 às 13:19
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Tão importante quanto a escolha da cor é saber preparar a superfície para receber a tonalidade desejada e que tipo de tinta usar - FOTO: Divulgação
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Começo de ano é sempre assim: se você ainda não mudou a casa (em prol das festas de fim de ano), a ideia ainda vaga pela sua cabeça. Quem tem casa na praia, e vai curtir cada segundo até o verão terminar, pensa logo em dar uma revigorada no espaço. Que tal mudar a cor da fachada? E nos apartamentos? Será uma boa trocar a tinta daquela parede assim que as crianças voltarem às aulas? A tarefa é fácil e não custa muito caro. E com algumas dicas dos especialistas de marcas de tintas brasileiras, o trabalho pode ter um resultado ainda melhor. 

A primeira informação que especialistas das três empresas consultadas (Iquine, Suvinil e Coral) afirmam, de cara, é que é importante utilizar tintas no padrão premium ou standard nas áreas externas. “Esse tipo de produto tem um rendimento diferenciado e é mais forte para aguentar intempéries climáticas, como muita chuva ou sol”, comenta a gerente nacional de marketing da Iquine, Laura Barros. Ela frisa que essa escolha deve ser feita independente da cor. “Mas nas áreas internas, não tem problema optar por uma tinta econômica.” 

O grande segredo, entretanto, vem depois da escolha da cor. “A preparação da superfície é muito importante”, explica o gerente de laboratório de desenvolvimento da Suvinil, Kleber Tammerik. Para simplificar, ele resume a tarefa em um tripé: “a parede precisa estar limpa, seca e firme.” 

A missão, entretanto, pode não ser tão simples quanto dita a fórmula de Kleber. É ele mesmo quem explica que é preciso observar o aspecto da parede. “Se tiver mofada, ou com muitas camadas de tinta caindo, o ideal é que a superfície seja lixada e que se use massa corrida para uniformizar e facilitar a aderência da tinta.” 

Leia matéria na íntegra na Arrecifes deste domingo. 

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