TECNOLOGIA

Fusion mostra que carro de luxo pode ser econômico

Ford Fusion hibrido faz média de 17 km/litro graças a união do motor à gasolina com outro elétrico

Silvio Menezes
Silvio Menezes
Publicado em 27/10/2016 às 10:05
Divulgação
FOTO: Divulgação
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RIO DE JANEIRO - O luxo, a ostentação e o gasto excessivo com combustível estão associados aos modelos premium. Pelo menos essa é a imagem que muitos carrões carregam faz tempo, mas que a Ford quer mudar a história com o Fusion Híbrido. E não é pelo preço menor. O sedã continua custando uma nota preta. R$ 159.500 mil, para ser preciso. Mas para quem pode desembolsar essa grana ele tem um atrativo: o consumo dele é de fazer inveja a muito zero-quilômetro popular. O Fusion híbrido 2017 é capaz de percorrer invejáveis 16,8 km/litro, segundo a marca.

FUSION

É muita coisa para um sedã de luxo. E, com os números tão favoráveis, o fabricante quer enterrar aquele negócio de quem compra um carro desses não está preocupado com gastos de gasolina. Sabe que todo mundo está atento a desperdícios, sem falar que o motorista vai posar de bom moço por aí já que o Fusion polui menos quando comparado a um carro a combustão. Isso é possível porque ele trabalha com dois motores. O elétrico é usado em baixas velocidades, sobretudo, em engarrafamentos. Se o motorista precisar de mais velocidade, aí é só pisar no acelerador que entra o a combustão. É tudo automático. Não precisa apertar botões ou ligar na tomada. Somadas as forças dos motores, o carro gera 190 cavalos de potência.

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Ford Fusion Hybrid 2017 - Divulgação
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Ford Fusion Hybrid 2017 - Divulgação
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Ford Fusion Hybrid 2017 - Divulgação

O visual é o mesmo do Fusion convencional. O interior muda. O painel é cheio de “praqueisso”. Gráficos mostram a eficiência de condução do motorista. A alavanca de marchas também sumiu. Agora é um seletor, igual aos de carrões Land Rover. Luxo e segurança têm de sobra. A Ford diz até que ele é mais que os alemães da mesma faixa de preço. E é uma verdade. Carro freia até só se perceber risco de colisão.

Para não dizer que tudo é bom, importante frisar uma coisinha: como a bateria ocupa boa parte da mala, levar bagagens não é o forte dele. São 392 litros, enquanto o Fusion “normal” tem 514 litros. No dia do test-drive com três jornalistas embarcando para o aeroporto, só deu para guardar uma mala e uma mochila. Uma pequena malinha teve de vir no banco traseiro. Assim é o Fusion híbrido. Tecnológico, consumo de popular e capacidade de carga de veículo de médio porte.

O editor viajou a convite da Ford

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