Meio ambiente

Mata Atlântica pede socorro no interior

Restam poucos trechos de vegetação intactos no interior. Projetos ajudariam a preservar o bioma

Thiago Neuenschwander Cavalcante
Thiago Neuenschwander Cavalcante
Publicado em 19/06/2012 às 10:32
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Estamos na Rio + 20 e o Agreste pede socorro. Voltem seus olhos para o que resta de mata nesta região, que já é carente de água, pois seus rios e riachos já secaram. Pelo andar da carruagem, vai ficar pior.

Toda preocupação de preservação florestal, parece que se resume apenas à Amazônia, entretanto o pouco que resta da Mata Atlântica está sendo violentamente destruído de Quipapá, no interior de Pernambuco, a Maceió.

Não precisa ser bom observador, nem ter interesse pelo meio ambiente. Está ali para todo mundo ver. Pequenas faixas cobertas à beira da rodovia. Na BR-423, um resquício de mata que guarda um lençol freático de água potável, no município de Brejão, está sendo destruído literalmente e ninguém faz nada.

A cada dia que passa aumentam-se as propriedades com a derrubada da mata. Fico a pensar quando o rio secar? Será que a Rio+20 tem algo relacionado ao Agreste? Que tal um projeto de sustentabilidade para esta área.

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