Aprovação do governo Dilma derrete no Nordeste, cai de 18% para 13% e joga média para 9%, mostra CNI-Ibope

Publicado em 01/07/2015 às 12:02
Leitura:
CNI-Ibope julho 2015   Principal suporte da popularidade do governo Dilma Rousseff e do PT, o Nordeste é também onde o apoio dela mais derreteu. A nova edição da pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quarta (1), mostra que a aprovação nacional do governo recuou de 12% para 9% no Brasil inteiro. O principal responsável por baixar a média foi o Nordeste, onde o apoio caiu de 18% para 13%. Ainda é a região do País com o melhor resultado para a presidente. Mas a distância para o resultado das outras regiões encolheu a olhos vistos.   Veja também: APROVAÇÃO DO GOVERNO DILMA CAI PARA 9%, DIZ CNI-IBOPE   O texto divulgado junto com a pesquisa explica de forma técnica: "O processo de redução da heterogeneidade de opinião entre os cortes da pesquisa se mantém. As maiores reduções da popularidade ocorrem nos estratos em que a presidente tende a ser melhor avaliada, ou seja, entre as pessoas com renda familiar baixa, os que residem na região Nordeste, os que possuem baixo grau de instrução e na faixa da população com 55 anos ou mais". Na prática, significa dizer que a diferença de opinião entre regiões, faixa de renda, grau de instrução e idade está muito menor do que antes. E aí o Nordeste, fiel da balança na aprovação dela, perdeu o peso de antes. A segunda maior aprovação do governo de Dilma é um empate de 10% entre as regiões Norte e Sul. No Sudeste o índice é de somente 8%. Os números se referem ao percentual de entrevistados que consideram o governo ótimo ou bom. Confira mais detalhes sobre a pesquisa ao longo do dia, no canal de Política do JC Online, e na edição desta quinta (2) do Jornal do Commercio.   Leia mais: SEM TEORIAS: BAIXA APROVAÇÃO DE DILMA VEM DA VIDA REAL BRASIL NA IDADE MÉDIA: DILMA E OS SENHORES FEUDAIS

O jornalismo profissional precisa do seu suporte. Assine o JC e tenha acesso a conteúdos exclusivos, prestação de serviço, fiscalização efetiva do poder público e muito mais.

Apoie o JC

Últimas notícias