O papel de Mendonça Filho e do G-8 do Impeachment na eleição de Rodrigo Maia

Publicado em 15/07/2016 às 7:28
Mendonça Filho (DEM). Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
FOTO: Mendonça Filho (DEM). Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Mendonça Filho (DEM). Foto: Wilson Dias/Agência Brasil Mendonça Filho (DEM). Foto: Wilson Dias/Agência Brasil   A articulação que resultou na eleição do novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), teve importante participação do ministro da Educação, Mendonça Filho, colega de sigla. Por exemplo, Maia foi ao São João de Gravatá, Pernambuco, em junho. E ali os dois já discutiam a possível candidatura para a Câmara.
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Além de correligionários, Maia e Mendonça são amigos. E o ministro participou das costuras. Uma delas, uma reunião no domingo passado com o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, e o líder tucano na Câmara, Antônio Imbassahy. Maia, explica Mendonça, já foi do “centrão”, é respeitado pelo PT e PCdoB. E conseguiu juntar DEM, PSDB, PPS e PSB. E aqui entra um almoço na casa em Brasília do deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB), oferecido ao G-8 do impeachment, que reúne ainda nomes do PSB e PPS, como o ministro da Defesa, Raul Jungmann. O episódio é tido por Mendonça como crucial para Maia – que, inclusive, agradeceu publicamente a Jarbas.
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No final, o DEM voltou ao topo da Câmara, onde esteve da última vez em 1997, ainda como PFL. É o retorno do DEM, um processo que, do impeachment à eleição de Maia, teve uma participação relevante de Mendonça Filho.  

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