PT "nem no segundo turno" se alia a bloco de Armando com PSDB e DEM, diz presidente estadual petista

Publicado em 06/12/2017 às 7:43
Bruno Ribeiro, presidente do PT-PE. Foto: divulgação
FOTO: Bruno Ribeiro, presidente do PT-PE. Foto: divulgação
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Bruno Ribeiro, presidente do PT-PE. Foto: divulgação   O PT reage à reunião da próxima segunda, dia 11, primeiro encontro oficial da oposição ao governo Paulo Câmara (PSB) para criar uma agenda em comum rumo a 2018. O PT cobra o ex-aliado das eleições 2012, 2014 e 2016, o senador Armando Monteiro (PTB), e sua proximidade com tucanos e democratas. O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Bruno Ribeiro, comenta que, se confirmada a escolha de Armando pelo grupo que reúne DEM, PSDB e os Coelhos de Petrolina, resta inviabilizada uma aliança em 2018. “Não há possibilidade de aliança no primeiro nem segundo turno com esse grupo que representa a velha Arena. Que posição Armando vai tomar? Vai ser candidato a governador? A senador? Com eles? A gente observa a escolha que será concretizada”, comenta Bruno. Se Armando se aproximou do PSDB e DEM, o PT buscou o polo inverso, nacionalmente, ao se aproximar do PSB sob aval do ex-presidente Lula. Bruno admite a convergência nacional e nega uma aliança local. Porém, reforça que com o PSDB, DEM e os Coelhos, os petistas não marcham nem no segundo turno. A mágoa com Armando abre a porta para uma aliança PSB e PT ao menos no segundo turno. A divisão vai ficando clara. PROXIMIDADE APENAS NACIONAL Bruno Ribeiro nega que na visita do deputado José Guimarães (CE), novo Relações Institucionais do PT, e Márcio Macedo, primeiro vice-presidente da sigla, se tenha cogitado o senador Humberto Costa (PT) na chapa de Paulo. No máximo se falou sobre a frente nacional de PT, PCdoB, PDT e PSB, diz.

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