Anvisa proíbe venda de condicionador infantil, colírio e antiácido; veja quais são

Publicado em 30/05/2017 às 20:19
Lista com suspensão de remédios e cosméticos foi publicada no Diário Oficial da União. Foto: André Nery/JC Imagem
FOTO: Lista com suspensão de remédios e cosméticos foi publicada no Diário Oficial da União. Foto: André Nery/JC Imagem
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Comercialização dos produtos irregulares deverá ser suspensa. Foto: André Nery/JC Imagem A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda, distribuição e a divulgação do condicionador da marca Cocoricó, para cabelos normais. A análise do órgão constatou que o produto tem em seu rótulo o número de processo de autorização de outro item. O problema foi identificado no rótulo do lote 92307, mas, na prática, todos os lotes do produto são considerados clandestinos. A fabricante deverá recolher o condicionador do mercado e está proibida de continuar a fabricação enquanto não retirar o lote do mercado e alterá-lo para que ele se tornar saudável para o consumo infantil. Resultado de imagem para anvisa cocorico condicionador A Anvisa proibiu a venda de 52 lotes diferentes dos produtos Colírio Neo Brasil, solução oftálmica 20ml; Gastrol TC, suspensão oral; Bisuisan, pó oral e Bisuisan, granulado simples. A própria fabricante  identificou um desvio de qualidade em uma inspeção para investigar as boas práticas do seu laboratório de controle de qualidade. »Máquina de lavar não é tudo igual: veja as diferenças e poupe até R$ 1.895 ao comprar a sua »O condomínio está caro? Saiba como o valor é calculado e dicas para reduzir a taxa »Cliente que passou mais de duas horas em fila de banco receberá indenização por danos morais

Veja quais são:

  • Colírio Neo Brasil, solução oftálmica 20ml – 38 lotes
  • Gastrol TC, suspensão oral – 9 lotes
  • Bisuisan, pó oral – 4 lotes
  • Bisuisan, granulado simples – 1 lote
Brainfarma/Reprodução O órgão também proibiu a venda do medicamento Clear Plus Solução Antimicótica, usado para o combate de micoses em unhas. Fabricada pela empresa Jose de Brito Daniel, o produto não possui cadastro nem tampouco licença ou Autorização de Funcionamento (AFE), de acordo com a Anvisa. Desse modo, é considerado um item clandestino e tem sido comercializado de forma irregular pela empresa. “A resolução RE 1.347 de 19 de maio de 2017, proíbe o medicamento clandestino de ser comercializado, divulgado, distribuído ou usado em todo o território nacional. Além disso, foi determinada a apreensão e inutilização de todas as unidades disponíveis no mercado”, conforme informações que constam no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.   »Brasileiro tem que trabalhar 5 meses no ano só para pagar impostos »Folheados a ouro de marcas famosas têm substância cancerígena »Uma torneira gotejando pode aumentar a conta em até R$ 100; veja dicas para economizar  

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