COMPRA DE RESPIRADORES

Após operação da PF, Consórcio Nordeste diz ter sido vítima de fraude

Após a operação deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (26), o Consórcio Nordeste se defendeu e diz que, na verdade, foi vítima de uma fraude

Augusto Tenório
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Augusto Tenório
Publicado em 26/04/2022 às 15:00
Foto: Divulgação
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Após a operação deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (26), o Consórcio Nordeste se defendeu e diz que, na verdade, foi vítima de uma fraude. As autoridades investigam a contratação de uma empresa norte-americana para fornecimento de ventiladores pulmonares durante o primeiro pico da pandemia de Covid-19.

O Consórcio Nordeste diz que o processo administrativo de compra dos objetos observou todos os requisitos legais. Ao todo, cumpriram-se 14 mandados, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça, de busca e apreensão em endereços localizados na Bahia, no Distrito Federal, em São Paulo e no Rio de Janeiro

"O Consórcio foi vítima de uma fraude por parte de empresários que receberam o pagamento e não entregaram os aparelhos, fato que foi imediatamente denunciado pelo próprio Consórcio Nordeste às autoridades policiais e ao judiciário, através de ação judicial que resultou na prisão desses
empresários e no bloqueio de seus bens", defende a entidade.

O Consórcio Nordeste diz que segue aguardando a apuração do suposto crime, assim como o julgamento e e possível punição dos responsáveis, além da devolução do dinheiro aos cofres dos respectivos estados.

De acordo com a PF, observa-se irregularidades no processo de aquisição dos respiradores. Dentre elas, pagamento antecipado do valor integral, sem previsão contratual contra possível inadimplência. Nenhum objeto foi recebido pelo Consórcio Nordeste

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