Eleições 2022

Miguel Coelho critica nacionalização do debate. 'Pernambuco tem que ser a prioridade'

Miguel disse que fará campanha com foco nos desafios do estado. "Sem recorrer à política pequena de transferência de responsabilidades."

Jamildo Melo
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Jamildo Melo
Publicado em 10/05/2022 às 12:29 | Atualizado em 10/05/2022 às 12:44
Jonas Santos/Divulgação
ENTREVISTA Ex-prefeito de Petrolina já foi do PSB e chegou a ser eleito em sua cidade natal pela sigla - FOTO: Jonas Santos/Divulgação
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O pré-candidato ao governo do estado, Miguel Coelho, voltou a criticar a nacionalização excessiva do debate eleitoral em Pernambuco. "As eleições presidenciais não podem desviar a atenção dos problemas que Pernambuco enfrenta. Tem pré-candidato que quer só falar de Lula e de Bolsonaro, deixando de lado os problemas da gente”, disse Miguel em entrevista à rádio Nova Quilombo, de Palmares.

O pré-candidato a governador pelo União Brasil citou a falta d’água e o saneamento básico como problemas urgentes que Pernambuco precisa resolver, além dos investimentos na recuperação de estradas, saúde e educação.

Ele disse que fará a pré-campanha com foco nos desafios do estado, sem recorrer “ à política pequena de transferência de responsabilidades.”

“O debate nacional precisa e será feito, mas a gente não pode colocar Pernambuco em segundo plano. Pelo contrário, Pernambuco tem que ser a nossa prioridade. Pernambuco tem que demandar todas as nossas energias, todas as nossas atenções, porque não temos mais tempo a perder. O povo quer que o próximo governador seja trabalhador ou puxa-saco de Lula ou de Bolsonaro?”, afirmnou.

Miguel disse acreditar que o debate polarizado e extremado pode fazer os pernambucanos pagarem caro.

“O PSB passou a culpar os outros de todos os problemas que precisamos resolver em nosso estado. Isso é falta de liderança e desonestidade com nossa gente. E o resultado está aí, com nosso estado numa situação deprimente. Pernambuco precisa de um líder que faça nossa estado voltar a ser grande, deixar de ser referência em miséria e em falta de serviços básicos. Na hora de resolver a bronca não vai adiantar se esconder ou jogar responsabilidade, o governador vai precisar melhorar a vida das pessoas independente do presidente que for eleito. Quero ser um governador capaz de lidar com quer que esteja em Brasília”, disse Miguel.

 

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