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Escola de Sargentos do Exército em Pernambuco é tema de debate em Caruaru

Exército apresentou detalhes do equipamento para empresários do Agreste

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Rodrigo Fernandes

Publicado em 03/12/2023 às 9:48
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A construção da Escola de Sargentos do Exército (ESA) em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, foi tema de um debate realizado na Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (ACIC), na última sexta-feira (1º).

O general de brigada e chefe do Estado Maior do Comando Militar do Nordeste, Nilton José Batista Moreno, fez uma apresentação do projeto e destacou o andamento das tratativas para a instalação do aparelho no estado.

Coordenador da Frente Parlamentar que acompanha a instalação do equipamento na Alepe, o deputado Renato Antunes (PL) discutiu o projeto com um colegiado de empresários do Agreste.

O encontro teve como principal objetivo compartilhar o legado socioeconômico e ambiental do novo equipamento.

Divulgação
Reunião discutiu a Escola de Sargentos do Exército com empresários de Caruaru - Divulgação

"Não se trata de um equipamento que vai impactar apenas a Região Metropolitana, mas do litoral ao Sertão teremos um legado de investimentos e transformação social. Fica cada vez mais evidente que o povo de Pernambuco quer este equipamento em nosso território e vamos seguir com essa agenda de diálogos e construção coletiva”, comentou Renato.

"Esclarecemos dúvidas e trouxemos com detalhes a magnitude da ESA. A Escola é uma realidade necessária e aguardada pelo nosso Estado”, completou o parlamentar.

Na última semana, em entrevista à Rádio Jornal, o general Moreno disse que o governo de Pernambuco é um "parceiro estratégico importantíssimo" para manter o equipamento no estado.

A declaração foi dada durante o Debate da Super Manhã, da Rádio Jornal, desta quinta-feira (30). Questionado pela apresentadora Natália Ribeiro sobre os possíveis impactos ambientais do projeto, o militar afirmou que a premissa básica da construção é o respeito ao legado sustentável. Neste momento, ele citou a gestão estadual.

"Em 2021, quando o Exército Brasileiro resolveu trazer a escola para a Região Metropolitana do Recife, iniciamos uma campanha de estudo para que tivéssemos certeza absoluta de que os trâmites legais fossem respeitados na íntegra. O Exército reuniu geólogos, geógrafos, engenheiros ambientais, biólogos, para selecionar áreas para colocar as vilas militares, residências dos instrutores, batalhão e comando e serviço e o campus escolar", contou.

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