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Em nota oficial, PM diz que não esta provada relação entre artefatos na entrada da Arena e as bombas jogadas no ônibus

Nota da PM se adiantou até mesmo a perícia oficial da Polícia Civil para negar responsabilidades pelos fatos

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Jamildo Melo

Publicado em 22/02/2024 às 21:22
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Em nota oficial, encaminhada ao Blog de Jamildo, nesta quinta-feira, a Polícia Militar de Pernambuco nega que tenha tido ciência dos artefatos explosivos jogados contra o ônibus do time do Fortaleza, no Recife, por torcedores do Sport Club Recife.

"Não há relação entre o fato narrado no documento interno da PM (revelado pelo blog), antes do jogo, e o ataque premeditado ao ônibus dos jogadores do Fortaleza ocorrido na madrugada de hoje (pós-jogo), na BR232".

"O documento (revelado pelo Blog) traz um relato de uma briga de torcidas rivais na entrada do estádio antes do jogo, seguida de tentativa de invasão, dispersada pelo efetivo com ações, que cumpre o protocolo de grandes eventos".

"Para essa partida a PMPE contou com aproximadamente 600 policiais militares. Os ônibus dos dois times tiveram escolta de 8 policiais em motos e viaturas, como é padrão no deslocamento conforme solicitação dos clubes e, este episódio atingindo jogadores por cerca de 80 a 100 criminosos, foi completamente atípico na história de Pernambuco".

"O ataque aos jogadores do Fortaleza não foi feito por torcedores e, sim, por criminosos. A Polícia Civil já iniciou as investigações e o caso está sendo tratado na Delegacia de Polícia de Repressão à Intolerância Esportiva".

Reprodução
Documento do Choque, obtido pelo blog - Reprodução

APREENSÃO

Antes mesmo do início do jogo, no monitoramento padrão das partidas, a Polícia Militar abordou um ônibus, em Goiana, que trazia torcedores do Fortaleza e nele foi encontrado com integrantes da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF) artefatos explosivos, facas, além de cocaína e maconha. Os objetos foram apreendidos e cinco pessoas detidas.

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