Rumo ao penta...

Publicado em 21/03/2014 às 16:38
Leitura:
Campeão da Copa do Nordeste em 1994 e no ano 2000, o Sport vai em busca do tricampeonato regional, após ter despachado o Santa Cruz. Mas para muitos, o Leão vai tentar o penta. E há lógica nisso. Somando-se todos os torneios que de algum modo eram uma espécie de "Nordestão" em suas épocas, já foram disputadas 29 edições. Com o Bahia sendo o maior papa-títulos. É hexacampeão, graças às conquistas de 1948, 59, 61, 63, 2001 e 2002. Em seguida, vem o Vitória, maior vencedor na história recente, com quatro taças a partir de 1997, além de um em 76. Neste entendimento, o Sport seria o terceiro no ranking, com as taças de 1962, 68, 94 e 2000, ao lado do Náutico, campeão em 52 e tri de 65 a 67. Fortaleza (3 vezes), Ceará e América-RN, (2), Sampaio Corrêa, Campinense e Remo (1) são outros vencedores. Tudo começou em 1946, com a criação da Copa Cidade de Natal, com os campeões potiguar, cearense, paraibano e pernambucano, no caso, o América. O Fortaleza foi o campeão, numa final decidida já em 47. No ano seguinte, o Torneio dos Campeões do Nordeste, que voltaria quatro anos depois. Depois de sete anos sem o regional, começaria de forma regular a Taça Brasil - Chave Norte. O vencedor era chamado de campeão do N/NE, classificando-se às finais da Taça Brasil. Foi assim até 67. De 69 a 71, mudou a nomenclatura, agora Torneio Norte-Nordeste. Em 1972 e 73, Taça Norte Nordeste, que viria a ser o início da Série B. Em 73, Taça Almir de Albuquerque. No outro ano, Torneio José Américo Filho. Em 94, com sede fixa em Alagoas, a Copa do Nordeste. Que voltou em 97. Até a criação da Liga NE, em 2001, formatando o Nordestão até 2003. E voltando em 2010. Sendo reeditada desde o ano passado nos moldes atuais. É história. Seja reconhecida pela CBF ou não. Mais Clássico das Multidões Depois de passar pelo Santa Cruz, o Sport terá pela frente um novo "clássico das multidões". O Ceará, também comemorando centenário, é o vice-líder de público na Copa do Nordeste, com média de 11.720. Quem lidera é o rubro-negro pernambucano, com 14.073 por jogo. E com expectativa de casas cheias na Ilha e no Castelão (foto). Juiz padrão Fifa Já não bastasse ter errado na expulsão de Felipe Azevedo e no pênalti mal marcado a favor do Sport, Sandro Meira Ricci fechou sua participação no clássico da pior forma. Na súmula, diz que o rubro-negro chutou as costas de Sorriso. Violência Com a baderna antes e depois do clássico, fica claro que a proibição de adereços por parte das organizadas não coíbe a violência. E a liberação de arruaceiros só a aumenta. Enquanto não houver punição geral, o problema não acaba. Cervejinha liberada Depois de Rio e Bahia, ontem foi a vez de deputados do RN aprovarem projeto liberando e regulamentando consumo de bebida alcoólica nos estádios. A venda seria exclusiva a bebidas de graduação baixa (cerveja ou ice) e em copos de plástico de até 500 ml. Por aqui, lei estadual segue vetando. Já há projeto contrário, mas ainda em tramitação. Com a palavra, o leitor Tricolor vê problema além do juiz "Por que não colocar Renatinho? Claro que não é só Vica. O time precisa de peças, mas ao menos tentar algo diferente." Rodrigo Pereira, enxergando problemas no Santa, além da arbitragem.

O jornalismo profissional precisa do seu suporte. Assine o JC e tenha acesso a conteúdos exclusivos, prestação de serviço, fiscalização efetiva do poder público e muito mais.

Apoie o JC

Últimas notícias