Doido é o Inter

Publicado em 18/11/2016 às 15:21
Lisca consegue fazer a torcida jogar junto. Mas tem prazo de validade pela personalidade. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
FOTO: Lisca consegue fazer a torcida jogar junto. Mas tem prazo de validade pela personalidade. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
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Lisca consegue fazer a torcida jogar junto. Mas tem prazo de validade pela personalidade. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem Lisca consegue fazer a torcida jogar junto. Mas tem prazo de validade pela personalidade. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem Não se pode dar uma Ferrari de competição a um caminhoneiro. Só porque ele conhece a pista. E para não parecer preconceito, também seria erro fazer com que um piloto fizesse entrega num caminhão. É o que fez o Internacional durante toda temporada. Misturando as bolas e apostando no bairrismo, contratando apenas gaúchos para comandar o elenco mais caro do futebol brasileiro. Só que falhou nos nomes. Por isso corre sério risco de ser rebaixado. Começou com o turrão Argel Fucks. Estilo defensivo para comandar grupo de boa técnica ofensiva. Depois fez a bisonha aposta em Falcão (catarinense de nascimento, mas radicado em Porto Alegre). Se perdeu mais ainda em seguida, com o retranqueiro Celso Roth. E agora arrisca tudo com Lisca. O Inter tem poderio financeiro para levar qualquer treinador do País. Mas prefere se agarrar às tradições, ao jeito gaúcho de ser. Mesmo que isso signifique uma inédita queda à Segundona. Com Lisca, pelo menos já tem um técnico de Série B.

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